Tecnologia do Blogger.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

maquiagem passo a passo.


1°Limpeza: Limpe, tonifique e hidrate a pele antes de começar o make
2º Base: Espalhar com um pincel, com os dedos ou com uma esponja. Espalha-se do centro do rosto para fora. A base deve ser exatamente da cor da pele. Para testar a similaridade da cor passe um pouquinho de base no rosto ou pescoço.
3º Corretivo: O corretivo vem depois da base. O ideal é espalhar com o anelar dando leves batidinhas, porque o toque é mais suave.
4º Pó Compacto: Depois aplica-se o pó
5º Sombra: A sombra começa com as cores mais claras pela parte interna das pálpebra móvel. Com uma sombra mais escura deve-se começar por fora. Quando molhamos o aplicador para passar a sombra brilho intensificamos a cor. Porém, ela pode ser usada sozinha ou aplicada sobre a sombra compacta.
6º Maquiagem para olhos: Passe o lápis sobre a pálpebra móvel e esfumace com a esponjinha, fazendo movimentos de baixo para cima. Em seguida, aplique sobre os cílios inferiores.
7º Sombra iluminadora: Para iluminar os olhos usamos sombras nas cores peroladas e doadoras de brilho. Há dois importantes pontos para iluminar: embaixo das sobrancelhas e no canto interior dos
olhos.
8º Lápis para sobrancelhas: Defina suas sobrancelhas com um lápis ou sombra compatível com a cor da sua pele e do seu cabelo.
9º Máscara para cílios: A aplicação na máscara para cílios deve ser feita com o pincel na horizontal em movimentos zig-zag, de dentro para fora.
10º Blush: A aplicação do blush começa das têmporas até dois dedos da boca e nariz.
11º Batom: Basta aplicar com cuidado, respeitando o contorno dos lábios. Para a maquiagem não ficar pesada, a dica é: quando os olhos estão realçados escolha um batom neutro ou cor clara, e quando os olhos estiverem pouco marcados realce seus lábios com cores fortes e vibrantes.
12º Brilho labial: Aplica-se no centro dos lábios uma quantidade satisfatória deixando espalhar voluntariamente para o resto dos lábios.

Perigos Anestesia


Os tipos de anestesia mais comuns para parto são a peridural e a raquidiana, em que a mãe só fica insensível à dor do peito para baixo, e permanece perfeitamente consciente durante todo o processo -- seja cesariana ou parto vaginal. O anestesista (ou anestesiologista, no nome mais técnico) é o responsável por essa medicação, e também pelos remédios para aliviar a dor no pós-parto.
Onde é dada a picada da anestesia? Ela dói?
Tanto na peridural quanto na raquidiana, a anestesia é aplicada entre as vértebras nas costas. Os anestesiologistas aplicam um anestésico local antes de dar a picada da anestesia em si. Portanto, você vai sentir a picadinha da anestesia local e depois uma pressão, não dor propriamente dita. Talvez o mais chato seja se manter na posição correta (ou deitada de lado ou sentada, com as costas curvadas), apesar do barrigão.
Qual é a diferença entre a peridural e a raquidiana?
A raquidiana usa um volume muito menor de anestésico, tem ação praticamente imediata e é dada de uma vez só, com duração limitada.
Já a peridural utiliza uma quantidade bem maior de medicamento anestésico, e é administrada continuamente por um cateter que fica nas costas, durante o tempo que for necessário. Via de regra, a raquidiana (ou ráqui) é usada nas cesarianas e às vezes nos partos vaginais, e a peridural, nos partos normais.
O que é a anestesia combinada?
Dependendo da situação, do estágio do trabalho de parto e do nível de dor, o anestesiologista pode preferir administrar, ao mesmo tempo, a peridural e uma dose pequena da raquidiana. A ráqui ajuda a anestesia a "pegar" rápido, aliviando a dor instantaneamente, e a peridural garante a durabilidade do efeito. É o chamado "duplo bloqueio".
A peridural pode atrapalhar o andamento do trabalho de parto?
Talvez você já tenha ouvido alguém falar que tomou a anestesia e o trabalho de parto "parou". O fato é que hoje o volume de anestésico que se usa na peridural é muito menor que o usado há dez anos, e, desde que ela seja bem administrada, a anestesia pode até ajudar no processo de dilatação, pois a mãe fica mais relaxada.
Na hora de fazer força, porém, a mulher precisa se orientar pelas indicações do médico, para saber quando a contração está chegando e qual é o momento certo de empurrar o bebê para baixo.
Em que fase do trabalho de parto a peridural é recomendada?
Teoricamente, você pode receber esse tipo de anestesia em qualquer estágio do trabalho de parto, até mesmo quando você estiver fazendo força para o bebê sair, embora, nessa altura, provavelmente o anestesiologista opte por uma raquidiana, que tem ação mais rápida.
O que vai determinar o momento de tomar a anestesia é a sua tolerância à dor (e a disponibilidade do anestesiologista, nem sempre de plantão em todos os hospitais públicos, por exemplo). Portanto não hesite em pedir a medicação se não estiver suportando a dor.
É importante saber, no entanto, que à medida que o trabalho de parto avança e a dor aumenta, vai ficando mais difícil para a mulher conseguir permanecer na posição absolutamente parada, necessária para a segurança da aplicação do anestésico nas costas.
Quais as vantagens da peridural?
• Mais de 90 por cento das mulheres param totalmente de sentir dor
• Você fica completamente consciente
• Ela ajuda a controlar a hipertensão arterial
Quais as desvantagens da peridural?
• Você poderá ficar anestesiada mais para baixo de um só lado, ou uma pequena parte da barriga poderá nem ficar adormecida (para evitar isso, os anestesiologistas às vezes optam pela anestesia "combinada", que junta raquidiana e peridural).
• Pode provocar tremedeira e febre.
• Às vezes causa sensação de falta de controle, já que o médico terá que dizer o momento de fazer força.
• Há uma pequena elevação na probabilidade de ser necessário o auxílio de instrumentos como fórceps ou ventosa.
• Existem os riscos normais de uma anestesia (como acidentes, problemas no pós-parto), mas eles são bem raros.
• Algumas mulheres sentem dificuldade de fazer xixi depois da anestesia.
Dicas
• Fique completamente imóvel enquanto o anestesista injeta o líquido. Você estará deitada de lado ou sentada na cama, com uma "corcunda", como se estivesse bem cansada. Sentada com pernas de índio, caprichando na "corcunda", você aumentará o espaço entre as vértebras e facilitará o trabalho do anestesista.
• Concentre-se na sua respiração -- respire fundo pelo nariz e expire devagar pela boca, e mantenha a calma.
• Converse com o médico sobre a possibilidade de usar uma dose pequena da anestesia, que lhe permita se movimentar e até caminhar, embora não sinta dor. A liberdade de movimentos pode deixá-la mais calma e ajudar o bebê a se posicionar para nascer




Willkommen




Bienvenue!


Welcome!


Bienvenido!

Pilula do dia seguinte


As adolescentes que estão abusando do uso da pílula do dia seguinte estão correndo um grande risco de engravidar e de sofrer problemas de saúde. O contraceptivo de emergência não é para ser usado repetidas vezes. A taxa de eficácia diminui e a carga de hormônio exagerada pode causar vômitos e sangramentos. “O termo ‘pílula do dia seguinte’ poderia até ser considerado errado”,. Isso porque o medicamento não funciona da mesma maneira que o anticoncepcional convencional. “É uma grande quantidade de hormônio que é usado para antecipar a menstruação ou impedir o óvulo de ser fecundado”,O uso da medicação é recomendado apenas em casos especiais. Por exemplo, quando a camisinha estoura ou um comprimido da pílula convencional é esquecido sem a mulher perceber. Ela também não oferece proteção alguma contra doenças sexualmente transmissíveis, como a Aids. A alta carga de hormônios no organismo (entre seis e 20 vezes a mais que um comprimido de contraceptivo comum) tem vários efeitos. Se a mulher ainda não ovulou, a pílula retarda a liberação de um novo óvulo. Se a ovulação já ocorreu, ele acelera a descamação do endométrio (a camada que recobre o útero para receber o óvulo fecundado e cuja descamação é a causa da menstruação). Além disso, a medicação também “engrossa” o muco vaginal – para dificultar a passagem dos espermatozóides. Existem dois tipos principais de “pílulas do dia seguinte”. O primeiro são dois comprimidos, que precisam ser tomados com 12 horas de intervalo. O segundo é em uma única dose. Os dois tipos precisam ser consumidos não mais que 72 horas após a relação sexual desprotegida – e quanto mais rápido melhor. Quando usado corretamente e uma única vez, a taxa de eficácia é alta, por volta de 98%. Mas o uso repetido diminui essa eficiência. Quanto mais vezes se usa a pílula do dia seguinte, maiores as chances de ela não funcionar. E maiores os riscos para a saúde. “Ela pode ter náusea, vômitos, fadiga, sangramentos. É uma quantidade muito grande de hormônios”, alerta o médico. O ciclo menstrual geralmente se desregula e demora muito para voltar ao normal. Sem o uso da camisinha, o risco de engravidar aumenta.
“Ela foi idealizada como uma emergência. Há muita gente que não se preocupa em usar um método de barreira ou hormonal e recorre a isso como contracepção. Não é. O próprio nome que usamos, intercepção, significa interrupção”, afirma ele.

O que fazer? a recomendação geral é que, ao ter uma relação sexual desprotegida, a mulher procure imediatamente um médico. Geralmente, em casos como esse, os ginecologistas costumam atender a paciente na frente de outras. Uma boa pedida pode ser procurar um Pronto Socorro para procurar orientação médica.

Se a pílula do dia seguinte for tomada sem prescrição é essencial procurar o ginecologista o mais rápido possível após o uso. Primeiro, porque ele vai poder tranqüilizar e responder todas as dúvidas da mulher. Segundo, porque ele vai poder monitorar as alterações no organismo que a medicação vai trazer.

Para não engravidar, a melhor opção varia de mulher para mulher: de pílulas diárias a injeções, adesivos e anéis vaginais. Só o médico e a paciente juntos podem definir o método mais adequado. Não importa qual seja, no entanto, a camisinha não deve ser abandonada, porque é a única maneira de se prevenir de doenças sexualmente transmissíveis.

Pré Natal.


É incrível pensar que ainda nem todas as gestantes realizem o pré-natal . Por mais que se fale sobre o assunto, algumas mulheres não entendem a importância de acompanhar a evolução da gravidez e só procuram um médico quando a gestação está avançada ou quando o parto já está próximo. Mas afinal, porque o pré-natal é tão importante? Bem, é ele quem vai garantir uma gravidez saudável e um parto sem riscos, tanto para a mãe quanto para o bebê. Com o pré-natal é possível acompanhar o desenvolvimento do feto e, se houver algum problema, detectar precocemente, aumentando as chances de deter o problema. No caso das mães, algumas doenças como a diabetes gestacional e a pré-eclampsia podem aparecer durante a gravidez, trazendo graves conseqüências para a gestante, porém, esses problemas também podem ser controlados com o pré-natal. Para ajudar as futuras mamães a tirar suas dúvidas e ter uma gravidez mais tranqüila e saudável, o Guia do Bebê preparou um especial sobre o assunto. Aqui você vai encontrar uma resposta para todas as suas perguntas.

POR ONDE COMEÇAR
Antes mesmo de engravidar, deve-se pensar em procurar um médico para orientar e planejar a gestação. Mas como escolher um profissional?
É fundamental que haja uma relação de confiança entre médico e paciente. Durante a gestação é comum a mulher sentir-se sensível e insegura. Um bom profissional, em quem a gestante confie, poderá ajudá-la a resgatar a força nesse período tão importante da vida.
Se a mulher ainda não tiver um ginecologista de sua confiança, é hora de procurar. Indicações de amigas são sempre bem-vindas. Uma boa ferramenta para buscar informações sobre o profissional é o site do Conselho Regional de Medicina, que traz uma relação de todos os médicos devidamente inscritos no CRM. Estude a vida profissional do médico e certifique-se de que tenha especialização em Ginecologia e Obstetrícia.
A grande maioria dos médicos ginecologistas é também obstetra. Alguns poucos profissionais acabam se dedicando apenas ao atendimento no consultório e não realizam partos. Se for o caso do seu médico, ele deverá indicar um colega para realizar o pré-natal.
O ideal é que antes de engravidar, o casal converse com o médico sobre como será o acompanhamento, se é a favor do parto normal ou cesariana, em quais hospitais atende, se aceita plano de saúde e outras questões práticas. Essa é a hora de tirar todas as dúvidas com o seu médico.
GESTAÇÃO DE 12 MESES
O conceito “Gravidez de 12 meses” foi criado pelo Dr. Sérgio Peixoto, Professor Associado Livre-docente de Obstetrícia e Ginecologia da Faculdade de Medicina da USP. Ele sugere que o pré-natal deve começar antes mesmo da concepção. Alguns especialistas concordam que os pais devem procurar orientações médicas e começar a se preparar física e psicologicamente para a gestação ao menos três meses antes de engravidar. Se os pais estiverem preparados e seguros quanto às mudanças que estão por vir, já que a gravidez mexe muito com a sensibilidade e emoção, as chances da gestação e do parto ser muito mais tranqüilo é bem maior. Além de tirar as dúvidas do casal e passar as informações mais relevantes, a consulta médica antes da gravidez é fundamental, pois serão realizados exames clínicos e laboratoriais para checar a saúde do casal. Caso haja necessidade, eles terão tempo de fazer o tratamento adequado antes da concepção do bebê. Na ocasião, o médico fará a atualização das vacinas, indicará exercícios e cuidados com a alimentação dependendo dos hábitos da paciente, e irá verificar se o pai ou a mãe tomam medicamentos, fumam, usam álcool ou algum tipo de droga, ou têm alguma característica genética que seja um fator de risco para a gestação. Se a mãe tem alguma doença preexistente como diabetes ou pressão alta, o médico deverá tomar providências para equilibrar as taxas e prevenir futuras complicações.
O especialista poderá ainda receitar o uso de ácido fólico, que deve ser tomado três meses antes da gestação, com o objetivo de diminuir a incidência de malformações do feto.
Quando o corpo e a alma estiverem em ordem, é hora de parar o método anticoncepcional e engravidar.
OS EXAMES DO PRÉ-NATAL
Existe uma lista de exames básicos que toda mulher que engravida deve fazer. A maioria deles são exames de sangue feitos em laboratório como o hemograma completo, para checar se a mulher está com anemia ou infecções, glicemia, para verificar a taxa de glicose no sangue, e algumas sorologias como HIV, toxoplasmose, rubéola, citomegalovírus, sífilis e hepatite B e C, além de tipagem sanguínea e fator Rh. O médico deve ainda solicitar exames de urina e fezes. Alguns desses exames laboratoriais devem ser repetidos algumas vezes durante a gravidez, como o hemograma, realizado mensalmente, a glicemia, que é repetida na 26ª semana de gestação, além de algumas sorologias para verificar se a mulher foi infectada durante a gravidez. O ideal é que a gestante realize três ultra-sonografias: uma no primeiro trimestre da gravidez para avaliar o tempo de gestação com mais precisão, outra no segundo semestre, quando os órgãos já estão formados, e a última no terceiro trimestre para acompanhar o crescimento fetal.
Em casos de gestação de risco ou se os resultados dos exames estiverem fora do padrão esperado para aquela fase da gravidez, o médico poderá pedir outros exames adicionais ou repetir alguns de acordo com a necessidade para uma melhor avaliação. Geralmente, as consultas médicas são mensais até o sétimo mês de gestação, quinzenais até a 36ª semana e semanais até o final da gestação.
PLANOS DE SAÚDE
As mulheres que possuem seguros privados de assistência à saúde devem se informar sobre a cobertura de exames pré-natal, consultas, parto, hospitais e atendimentos de emergência com a sua operadora no início da gravidez, ou até mesmo quando começar a planejar engravidar.
Uma mesma operadora oferece diferentes tipos de planos, com coberturas variadas. Em geral, os planos de saúde cobrem exames básicos solicitados no pré-natal, porém, alguns planos têm cobertura total de diversos exames e internações enquanto outros dão direito apenas às consultas e exames básicos. Os honorários médicos para a realização do parto são bastante variáveis. A operadora pode exigir que o médico seja credenciado, e caso não seja, a paciente deverá pagar os honorários médicos e pedir reembolso, se tiver esse direito. É comum que a operadora do plano de saúde restrinja os números de consultas e exames realizados por mês ou pelo período da gestação. É importante também verificar se existe alguma carência para a cobertura de partos, caso o plano tenha sido adquirido recentemente.
A cobertura dos planos de saúde pode gerar muitas dúvidas e discussões, portanto, o ideal é ler atentamente o contrato da operadora para saber sobre seus direitos. O médico deverá estar ciente sobre as condições do seu plano de assistência médica e orientá-la sobre a melhor forma de proceder com o pré-natal e o parto. Para escolher o hospital onde o bebê irá nascer, deve-se solicitar uma listagem ao convênio e o médico verá em quais hospitais é cadastrado, para que possa fazer a internação da paciente.
“A mulher deverá visitar a maternidade antes de fazer sua escolha. É importante avaliar a qualidade da enfermagem e berçário”, alerta o Dr. Luciano Pompei, diretor da FEBRASGO, Federação Brasileira de Associações de Ginecologia e Obstetrícia. O médico incentiva as futuras mamães a conversar com outras mulheres que pariram no hospital para trocar idéias.
ATENDIMENTO PELO SUS
O Ministério da Saúde afirma que o número de consultas pré-natal realizadas pelo SUS – Sistema Único de Saúde - durante a gravidez é crescente ano a ano. Em 2003 foram realizadas 8,6 milhões de consultas de pré-natal e no ano passado, 2009, foram 19,4 milhões. O aumento foi de 125% nesse período, devido à ampliação do acesso ao pré-natal pelas mulheres e os benefícios oferecidos pelo governo.
O SUS realiza gratuitamente os exames básicos durante a gestação, como exames de urina e de sangue para verificar a existência de doenças como hepatite B, toxoplasmose, sífilis, HIV e outros, além de aplicar vacinas e oferecer medicamentos, quando necessário. As gestantes atendidas pelo SUS têm direito a fazer, pelo menos, seis consultas durante toda a gravidez. Nas consultas de pré-natal, a equipe de saúde mede a pressão arterial da mãe, verifica o peso, mede a barriga, escuta o coração do bebê, e anota todas as informações sobre o pré-natal e exames no Cartão da Gestante. Esse cartão deve ser apresentado ao médico na hora do parto para que ele tenha informações sobre o estado de saúde da mãe e do bebê.
O Ministério da Saúde tem feito um grande esforço para realizar pelo menos um exame ultra-som durante a gestação, porém, ainda não são todos os postos de atendimento do SUS que possuem um aparelho para realizar o exame. Muitas vezes, as pacientes que têm condições acabam realizando esse exame em clínicas particulares. A rede do SUS também oferece algumas atividades para as gestantes como cursos de preparação para o parto e grupos de gestantes, onde as futuras mamães podem trocar idéias e experiências.

Infertilidade, oque fazer?


Tento engravidar, mas não consigo. O que fazer?

Carreira, objetivos a serem alcançados, estabilidade financeira e liberdade. Quem não tem esses objetivos em mente? Não bastassem todos esses desafios, muitas mulheres acrescentam mais uma "missão" na fase adulta: ser mãe. A questão é encaixar o período ideal de programar o bebê, o que nem sempre é fácil.

Não há motivo para pânico se em duas ou três tentativas para engravidar não deu certo. Estima-se que as chances de uma mulher engravidar até os 30 anos sejam de 20 a 30% por relação sexual. Se 100 mulheres fizerem sexo hoje sem nenhum tipo de contracepção, menos de 30 delas conseguirão a fecundação. Engravidar não é tão fácil assim.


Um casal só é considerado infértil se tentar regularmente a gravidez durante um ano e não conseguir sucesso. Para a Organização Mundial da Saúde, somente 15% dos casais têm algum problema de infertilidade durante a vida fértil.
Quando não se consegue engravidar logo se pensa em métodos complexos, entre os quais a fertilização em vitro, inseminação artificial, entre outros. Muitas vezes a solução é mais simples do que se imagina.
Alimentação inadequada, estresse exagerado e alterações emocionais são alguns dos fatores que, muitas vezes, alteram a fertilidade do casal. Muitas terapias naturais podem ajudar no controle dessas situações ou mesmo uma terapia para diminuir a ansiedade.
Outros motivos são determinantes nas dificuldades de engravidar, como excesso de peso, idade da mulher maior que 35 anos, doenças sexualmente transmissíveis e cigarro.
Segundo a bioquímica Carolina Ynterian, há um grupo de cinco fatores que são responsáveis por 40% das causas de infertilidade feminina:
Síndrome dos ovários Policísticos: causada por um desequilíbrio hormonal e excesso de hormônio masculino, provoca irregularidades na menstruação, aumento dos pêlos, ganho de peso e acne. A ovulação também fica muito comprometida, o que dificulta na gravidez. Ressalta-se que a gestação pode ocorrer neste quadro.
Endometriose: Doença que ocorre quando a mucosa que reveste o útero é expelida dentro da cavidade do abdômen ao invés de ser eliminada através do canal vaginal junto com o sangue menstrual e acaba dificultando a concepção.
Problemas ovulatórios: Principal causa de infertilidade nas mulheres, geralmente o que ocorre é uma falha na liberação de hormônios, irregularidade no ciclo menstrual ou problema nos ovários. Mediante isso, a ovulação fica prejudicada ou completamente ausente.
Alterações da tireóide: Aumento ou diminuição da função da glândula tireóide leva a um desequilíbrio hormonal, o que reflete no funcionamento dos ovários, consequentemente, na produção dos hormônios LH e FSH.
Aumento da prolactina: quando há aumento deste hormônio, os ovários não funcionam direito, o problema pode bloquear ou interferir a ovulação.

Não podemos esquecer que os homens também apresentam problemas de infertilidade e os principais são quando o homem não ejacula, não produz a quantidade adequada de espermatozoide, seus espermatozoides não se movimentam "bem", não têm uma forma normal ou não funcionam adequadamente.Sabendo de tudo isso, quando o casal quiser engravidar o melhor é procurar um médico e realizar todos os exames para verificar se está tudo bem e assim tentar a gravidez. Se isso não der certo, há a possibilidade de se recorrer aos métodos de reprodução assistida.

Total de visualizações de página

Vida de Mãe! Copyright © 2011 - Todos os Direitos Reservados