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sábado, 31 de outubro de 2015

fique de olho nas matriculas !

Fim de ano chegando, !
pais, alunos e responsáveis já começam a preparar o bolso para o aumento das mensalidades escolares de 2012. Porém, mais que organizar desde já o orçamento e encaixar o novo valor da mensalidade da instituição de ensino, é preciso ficar atento ao percentual do aumento.
 
De acordo com a lei que regulamenta o reajuste da mensalidade escolar (Lei nº 9.870), não há um índice a ser seguido pelas escolas. Portanto, o aumento fica a critério de cada instituição de ensino. No entanto, o valor do reajuste deve estar de acordo com as despesas da escola e só poderá ser realizado uma vez no período de 12 meses.
 
A legislação também determina que qualquer aumento do valor da mensalidade deverá ser demostrado para o consumidor por meio de uma planilha de custos, mesmo que o reajuste seja resultado de modificações no processo didático-pedagógico. A planilha de custo ou a justificativa do aumento, juntamente com o valor da nova mensalidade, termos do contrato e número de alunos por sala/classe deverão ser afixados em local visível e de fácil acesso na escola, 45 dias antes do prazo final para a realização da matrícula.
 
Conteste o aumento
O fato de não existir um valor máximo para o reajuste da mensalidade não impede de contestar o aumento. Caso se depare com um aumento que considere abusivo, o consumidor pode solicitar à escola a justificativa de tal reajuste. Se não concorda com o argumento da instituição, o pai ou responsável por pagar a mensalidade pode entrar em contato com o Procon ou entrar com uma ação no JEC (Juizado Especial Cível). Para ações cujo valor não ultrapasse 20 salários mínimos, a contratação de advogado não é necessária.
 
Outra saída adotada por muitos consumidores é reunir um grupo de pais para contestar o aumento na Justiça. O Idec aconselha primeiramente tentar conversar com a escola para pleitear uma resolução amigável e entrar na Justiça somente se o acordo não for possível.
 
Há ainda a alternativa de solicitar descontos na escola. Quem paga em dia ou possui mais de um filho matriculado na mesma instituição normalmente tem mais argumentos na hora de negociar com a escola.

domingo, 11 de janeiro de 2015

Mioma X anticoncepcional

saber

O mioma é um problema tipicamente feminino e já conhecido de muitas mulheres. Esse tumor benigno, que se desenvolve no útero, atinge cerca de 50% das mulheres em idade entre 30 e 50 anos. Mas calma, apesar da grande incidência da doença, a sua presença nem sempre é preocupante.
Miomas: tudo o que você precisa saberAinda não se sabe ao certo o que provoca o aparecimento de um ou múltiplos nódulos, que podem ser de tamanho e localização variáveis. O surgimento pode ocorrer após a menarca – primeira menstruação – e se prolongar até a menopausa. É mais comum em mulheres negras, pacientes que apresentam história da doença na família (mãe ou irmã) ou ganho de peso, isso porque com o sobrepeso pode ocorrer disfunção hormonal devido ao maior número de células de gordura. Outros fatores relacionados ao estilo de vida ainda estão em estudo.
Em algumas pacientes, os sintomas mais comuns são: sangramento excessivo durante a menstruação ou em períodos irregulares e dor na pelve e no abdome. Em outros casos, não há nenhum incômodo. “O tumor benigno não vai se transformar em câncer. O problema do mioma é quando apresenta sintomas, pois há queda na qualidade de vida. A mulher passa a ter dor constante e a sangrar muito, o que pode levar à anemia e, em casos extremos, à necessidade de transfusão sanguínea. A doença ainda pode causar desconforto na relação sexual, funcionamento irregular do intestino, incontinência urinária e, em alguns casos, prejuízo da fertilidade”, explica o dr. Mariano Tamura, ginecologista e obstetra do Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE) e do setor de mioma uterino da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Diagnóstico e tratamento

Existem quatro tipos de miomas, nomeados de acordo com sua localização.
  • Submucosos: que aparecem no interior do útero, podem acarretar sangramento abundante e anemia.
  • Intramural: aquele que se desenvolve no meio da parede uterina, provocando cólicas.
  • Subserosos: que surgem na parte externa do útero, cujo principal sintoma é percebido quando passam a comprimir outros órgãos, como o intestino.
  • Pediculados: que podem ser confundidos com tumores ovarianos; são ligados ao útero apenas por um tecido chamado pedículo.
O diagnóstico dos tumores é realizado em consulta ao ginecologista, considerando-se as possíveis queixas e o exame físico, que avalia se o útero tem o tamanho aumentado. Para confirmar a suspeita, o médico solicita uma ultrassonografia ou outros exames de imagem. Caso seja constatado o problema, deve-se levar em consideração o estilo de vida e os desejos de cada paciente. “Temos que considerar quais são os sintomas, a idade, os planos de ter filhos, o desejo de preservar o útero e se a paciente aceita ou não passar por uma cirurgia”, esclarece o dr. Tamura.
Há inúmeros caminhos para o tratamento:
  • Histerectomia: cirurgia utilizada para retirar o útero. O benefício é definitivo; entretantomulheres que ainda querem gerar filhos ou desejam manter o útero.
  • Miomectomia: cirurgia de retirada do mioma, preservando o útero. A anatomia do órgão é restabelecida e os sintomas diminuem. Indicada para mulheres que desejam preservar a fertilidade ou para aquelas que têm infertilidade causada pelo mioma – o que não é frequente – com melhora das chances de engravidar.
  • Embolização: procedimento realizado por meio de um cateter introduzido na artéria femoral e direcionado às artérias uterinas, responsáveis por nutrir o mioma. Injeta-se uma substância para bloquear a alimentação do tumor. Há melhora das queixas e diminuição dos miomas, porém ainda não é considerado totalmente seguro para mulheres que desejam manter ou melhorar a capacidade de ter filhos.
  • Ultrassom focalizado e guiado por ressonância magnética: é a mais nova arma utilizada contra os miomas. A paciente deita-se na mesa de ressonância e, quando o médico aplica o ultrassom, as ondas são direcionadas para uma região específica do tumor, em que a temperatura aumenta até 90ºC, destruindo o tecido. Estudos estão sendo realizados para avaliar para quais casos esse método é eficaz.
  • Medicamentos: também podem ser a opção e seu uso é aconselhado para diminuir os sintomas, ou seja, não acabará com os tumores, apenas diminuirá o mal estar. Podem ser à base de hormônios, como os anticoncepcionais orais, anti-inflamatórios ou antifibrinolíticos, 

proteja as crianças do Sol.


Sol e céu azul são sempre um convite para sair de casa com as crianças, não? Mas, em dias muito quentes, isso nem sempre é uma boa ideia. O calor intenso pode provocar mal-estar e insolação. Por isso, o ideal é evitar os passeios e atividades físicas nos horários de sol forte - das 10h às 16h - e abusar do protetor solar, com fator de proteção 30 nos bebês com mais de seis meses. Lembre-se também de repassar o produto a cada mergulho no mar ou na piscina. E não se esqueça do boné ou de um chapéu. Óculos de sol de boa qualidade também são bem-vindos!




O calor aumenta a temperatura corporal das crianças, fazendo-as suar e perder líquido. Por isso, em dias quentes, incentive ainda mais o consumo de água. O ideal é que, a partir dos 2 anos, seu filho beba 1 litro e meio por dia para não correr o risco de desidratar. A água do filtro está quente? Você pode fazer uma mistura com a gelada, para servi-la fresquinha. Sucos de frutas, como de melancia, e água de coco também podem entrar na conta.
Ar condicionado e ventilador

Ar condicionado e ventiladores são essenciais para refrescar os ambientes nos dias de calor, mas é preciso tomar alguns cuidados. O ventilador está liberado, desde que não fique em cima da criança e esteja em boas condições de uso. Vale direcioná-lo para o lado oposto do seu filho. Já o ar condicionado precisa estar com o filtro limpo e manter a temperatura em torno de 24 graus. Um ambiente muito frio deixa a mucosa da garganta mais sensível às bactérias, facilitando o aparecimento de infecções, como dor de garganta, por exemplo. Como ele resseca o ar, você pode colocar um balde de água (longe do alcance da criança) no quarto ou uma toalha molhada na cabeceira da cama.
Outra dica contra o tempo seco é colocar soluções fisiológicas no nariz da criança e fazer inalações somente com soro (mas converse antes com o pediatra do seu filho). Se a irritação for nos olhos, vale pingar algumas gotas de soro e fazer uma limpeza para umidificar o local.
Alimentos leves

O calor diminui o apetite. Por isso, o ideal é oferecer alimentos leves, com fácil digestão às crianças. Frutas ricas em líquidos, como melão e melancia, devem fazer parte do cardápio. Laranjas e outras que têm vitamina C são aliadas para reduzir as crises de rinite, mais frequentes com a baixa umidade. Já alimentos embutidos, industrializados e frituras devem ficar longe do cardápio. Além de não serem saudáveis, exigem um tempo maior de digestão e podem deixar as crianças desanimadas. Abuse dos legumes e verduras no preparo da comida das crianças. Se o bebê mama apenas no peito, convém oferecê-lo mais vezes.
Cabelos secos

Apesar de refrescar, nem pense em deixar seu filho dormir com os cabelos molhados. Os fios úmidos facilitam o surgimento de fungos e bactérias e provocam coceira. Quando a criança coça, sem querer, pode se machucar, provocando feridas e machucados. Use o secador em uma temperatura mais amena.
Pele fresquinha
Por causa das altas temperaturas, é normal que a criança sue mais e, por isso, apareçam assaduras ou brotoejas, principalmente nas dobrinhas do braço, perna e virilha. A brotoeja (bolinhas de água) surge quando o suor entope os poros da pele, por isso, é importante deixar a pele fresca e seca, com uma roupa adequada ao clima. Na hora do banho, nada de água quente demais.
Roupa ideal

Alergias também são comuns no calor, principalmente quando a roupa que a criança está usando favorece o aparecimento delas. Em dias quentes, prefira aquelas algodão e linho, em vez das fibras artificiais, que esquentam e incomodam muito mais.
Noite agradável

Deixar o seu filho dormir sem camiseta, apenas de fralda, cueca ou calcinha, não é aconselhável. Isso porque, durante a noite, a temperatura corporal diminui e sentimos mais frio. Você não precisa, claro, cobrir nem colocar meia, mas uma camiseta leve e fralda é essencial. Para ajudar, prefira os lençóis de algodão àqueles sintéticos, porque esquentam menos, e não deixe o quarto totalmente fechado. Uma brecha na janela já é o suficiente para fazer o ar circular.

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