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terça-feira, 7 de maio de 2013

Como aumentar as chances de engravidar



Para aumentar as chances de engravidar, a relação sexual deve acontecer 3 vezes por semana, ou seja, dia sim dia não durante operíodo fértil da mulher. Isso porque a qualidade do sêmem é melhor quando existem intervalos de dois a três dias entre o contato íntimo.   Seguindo esta dica, garante-se no mínimo 3 relações sexuais durante o período fértil da mulher, aumentando as chances de engravidar e de um espermatozoide de boa qualidade encontrar com o óvulo maduro.

Tabelinha para engravidar



A tabelinha é um método que ajuda a engravidar mais rápido, pois ela ajuda a descobrir quando é o período fértil, o que aumenta as chances de concepção.

Como usar a tabelinha para engravidar

Para usar a tabelinha para engravidar, basta anotar em um calendário os dias da sua menstruação, para poder fazer as contas e saber exatamente quando deve ter relações.
Caso tenha um ciclo menstrual de 28 dias, marque seu primeiro dia de menstruação no calendário e conte 14 dias. Nesta data, você estará no seu dia fértil. Mas, como esse dia pode variar devido a situações de stress, alterações hormonais e outros, deve-se considerar ter relações 2 dias antes e 2 dias depois do dia fértil, totalizando 5 dias, formando assim, o período fértil.
Ter relações durante o período fértil é essencial para quem deseja engravidar.
Por exemplo: se a menstruação desceu no dia 1, a mulher que deseja engravidar deve ter relações dos dias 12 ao dia 16 para engravidar mais rápido, pois este é o seu período fértil.
Mas é preciso ressaltar que o dia fértil corresponde ao meio do ciclo menstrual, isto é, se a mulher tem um ciclo menstrual de 28 dias, seu dia fértil será 14 dias após o 1º dia da menstruação. Mas, se ela tiver um ciclo menstrual de 34 dias, seu dia fértil será 17 dias após o 1º dia de menstruação, e assim por diante.

Tabelinha para engravidar funciona?

O método da tabelinha para engravidar funciona melhor em mulheres que tenham um ciclo menstrual regular. As mulheres que têm dificuldade em saber quando sua próxima menstruação virá, pois tem um ciclo muito variável, poderão encontrar uma maior dificuldade em engravidar, pela dificuldade de saber quando é seu período fértil. Neste caso, pode-se recorrer ao teste de ovulação da farmácia, que indica quando a mulher está no seu período fértil.

Período fértil de quem toma anticoncepcional


Quem toma anticoncepcional regularmente não tem período fértil e, portanto, não pode engravidar enquanto fizer uso da pílula corretamente.
Ao tomar o anticoncepcional, a mulher não ovula e, assim, não libera o óvulo para a fecundação.

Menstruação de quem toma anticoncepcional

A menstruação que vem todos os meses, para quem toma o anticoncepcional, não é referente ao "ninho" preparado pelo organismo para receber o bebê, mas, sim, o resultado da privação hormonal durante o intervalo entre uma cartela e outra.
Essa menstruação tende a causar menos cólica e dura menos dias. Graças à eficácia da pílula anticoncepcional, pode-se ter relações sexuais todos os dias do mês, até mesmo durante os dias de pausa entre uma cartela e outra, sem correr o risco de engravidar.

Engravidar tomando anticoncepcional

Apesar de ser um método contraceptivo 99% eficaz, a mulher pode engravidar tomando o anticoncepcional se:
  • Esquecer de tomar a pílula diariamente sempre no mesmo horário;
  • Tomar algum medicamento que diminua a eficácia da pílula, como antibióticos,  imunossupressores e anticonvulsivantes, por exemplo;
  • Vomitar em até 2 horas após a toma da pílula;
  • Tiver uma diarreia forte, que impeça a absorção dos nutrientes pelo intestino e também dos hormônios da pílula.
Nesses casos, a gravidez seria possível, pois a mulher pode vir a ovular e, ao ter relação, o óvulo ser fecundado.

Período fértil para engravidar


O período fértil para engravidar corresponde aos 11º ao 17º dia após o início da menstruação. Durante estes 6 dias o casal deve ter várias relações sexuais dia sim, dia não, pois assim há uma maior chance de engravidar e a qualidade dos espermatozoides será melhor.
Durante estes dias recomenda-se beber muita água e optar por uma alimentação leve, que seja de fácil digestão e provoque menos cansaço e recomenda-se optar por alimentos fonte de gordura vegetal como abacate e amendoim que garantem energia extra, assim como os alimentos que melhoram a circulação sanguínea como peixes.
A mulher que deseja engravidar deve aumentar o consumo de alimentos ricos em ácido fólico e mesmo assim deve tomar 1 comprimido de ácido fólico pelo menos 3 meses antes de engravidar. Este nutriente é importante para garantir uma adequada formação do sistema nervoso do bebê.

Como engravidar de menino


Segundo algumas investigações científicas, para engravidar de menino deve-se aumentar o consumo de alimentos ricos em sódio e em potássio cerca de 9 semanas antes de iniciarem as tentativas, tais como carnes, leite e ovos e os cereais como arroz, milho, feijão, trigo, aveia e quinoa.
Este tipo de alimentação muda o pH sanguíneo favorecendo a concepção de um menino assim como ter relações durante o período fértil. Para saber qual é o seu período fértil basta fazer o cálculo de acordo com os dias de sua menstruação ou utilizar o teste de ovulação vendido nas farmácias.
Outras dicas importantes para engravidar de um filho homem são a mulher chegar ao clímax antes do parceiro, enquanto que ele deve empenhar-se em chegar ao apogeu num contato íntimo bem profundo.
Os espermatozóides que carregam os gametas Y apesar de serem mais rápidos e poderem chegar mais rapidamente ao óvulo, são mais sensíveis e morrem mais rapidamente do que os femininos, e ter estes cuidados garantem que sejam eles os primeiros a penetrar o óvulo maduro.
De acordo com as pesquisas, utilizar estas técnicas em conjunto confere cerca de 80% de precisão e mesmo que somente a alimentação seja utilizada, esta já confere mais de 70% de chances de conseguir engravidar de um bebê masculino comprovando que a alimentação correta é a chave para a decisão da escolha do sexo do bebê.
É importante informar que há contradições em relação a este assunto e nem todas estas informações tem respaldo na literatura médica, sendo resultado somente de artigos científicos. 

Como engravidar de menina


Para engravidar de uma menina, os cientistas recomendam aumentar o consumo de alimentos ricos em cálcio e em magnésio,como espinafre, couve e rúcula. Já para engravidar de menino, é recomendado aumentar o consumo de alimentos ricos em sódio e em potássio, como as carnes e os grãos cereais, por exemplo.
E, se o casal deseja engravidar de uma filha, é indicado ter relações de 2 a 3 dias antes doperíodo fértil, com um contato íntimo menos profundo, fazendo com que os espermatozoides que carregam os gametas X, que são os femininos, vençam a corrida contra os de gameta Y.
Segundo os investigadores, esse tipo de alimentação muda a concentração desses minerais no sangue e pode determinar se o bebê será menino ou menina. Com o auxílio extra de ter relações nos dias mais ou menos férteis, associados à melhor posição sexual, essa técnica tem até 80% de chances de dar certo.
Para que os resultados sejam alcançados, a mulher deverá iniciar a nova dieta cerca de 9 semanas antes da primeira tentativa de engravidar, empenhar-se em ter um contato íntimo menos profundo, não chegar ao clímax antes do companheiro e fazê-lo no dia correto. Para saber qual é este dia, pode-se recorrer a um teste de ovulação que se compra nas farmácias, a fim de determinar quando será o seu dia fértil.
Através desse estudo os investigadores concluíram que a alimentação da mulher é determinante na escolha do sexo do bebê. Se somente essa dieta for levada em consideração, a probabilidade de ter uma menina ainda fica em torno de 73%, deixando claro como a alimentação pode interferir no processo.
É importante saber que estas informações são contraditórias e por vezes não tem respaldo na literatura médica, sendo resultado de artigos científicos. 

Laqueadura

A laqueadura tubária, também chamada de ligadura de trompas ou simplesmente laqueadura, é um procedimento de esterilização, que tem como objetivo impedir que a mulher consiga engravidar.
Neste artigo sobre laqueadura vamos abordar os seguintes pontos:

  • O que é a laqueadura tubária.
  • Para que serve a laqueadura.
  • Como é a cirurgia para laqueadura.
  • Como é feita a laqueadura sem cirurgia.
  • Eficácia da laqueadura.
  • Complicações da laqueadura cirúrgica e da laqueadura não-cirúrgica.

O que é a laqueadura tubária 

Laqueadura tubária
O sistema reprodutor feminino é composto basicamente por dois ovários, duas trompas de Falópio, um útero e uma vagina. As trompas de Falópio, também conhecidas como tubas uterinas, são uma espécie de tubo que liga os ovários ao útero.

A cada ciclo menstrual um dos ovários libera um óvulo para ser fecundado. Este óvulo é lançado em direção a uma das trompas, e lá fica à espera da chegada de um espermatozoide para uma eventual fertilização.

A laqueadura tubária funciona como método anticoncepcional definitivo porque é um procedimento que causa interrupção no trajeto de ambas as trompas, impedido, assim, que os espermatozoides cheguem ao óvulo liberado por qualquer um dos dois ovários.

A ligadura das trompas não impede a ovulação nem interfere no ciclo hormonal feminino, não causando, portanto, nenhuma alteração no ciclo menstrual.
A laqueadura impede a gravidez, mas não tem nenhum efeito protetor sobre as doenças sexualmente transmissíveis.

Como é feita a laqueadura 

Atualmente existem três opções para realização da laqueadura tubária:

1. Via Laparoscópica 


A laqueadura por laparoscopia é um procedimento cirúrgico realizado através de uma pequena incisão perto do umbigo e na parte inferior do abdômen, com introdução de um dispositivo chamado laparoscópio, usado para ver as trompas de Falópio. O médico pode usar anéis ou clips para fechar as trompas. Outra possibilidade é cauterizar as mesmas através de calor.

2. Minilaparotomia 

A minilaparotomia é um procedimento cirúrgico feito imediatamente após o parto ou até dois dias depois. O médico faz uma pequena incisão no abdômen e, em seguida, remove uma parte das trompas de Falópio de cada lado. O procedimento não deve ser feito muitos dias após o parto para que o útero ainda esteja grande, o que facilita a cirurgia. 

3. Laqueadura tubária histeroscópica 

A laqueadura tubária histeroscópica é uma laqueadura sem cirurgia, que pode ser feita fora de ambiente hospitalar, apenas com anestesia local. Este é atualmente o procedimento mais indicado para laqueadura tubária.
Este tipo de laqueadura é feito por via endoscópica, através da vagina. Existem dois métodos diferentes:

a. Técnica Essure®

Neste procedimento o aparelho endoscópico, chamado histeroscópio, entra pela vagina, atravessa o útero e chega às trompas onde insere uma pequena mola chamada Essure.
A inserção de um objeto estranho nas trompas, como o Essure, causa uma reação do sistema imunológico, provocando inflamação e posterior crescimento de tecido cicatricial, o que provoca o fechamento das trompas.
Esse processo de fechamento das trompas demora cerca de três meses para se concretizar. Após esse período a mulher realiza um exame chamado histerossalpingografia, que consiste em uma radiografia do sistema reprodutor feminino após a administração de contrate. Se o Essure tiver causado interrupção efetiva das trompas, o contraste não conseguirá chegar até o final das mesmas, comprovando obstrução completa da tuba uterina. 
Em 10 a 15% dos casos a laqueadura histeroscópica precisa ser repetida, pois a obstrução das trompas não é 100% obtida após 3 meses.

b. Técnica Adiana ®

Este procedimento é semelhante ao Essure, sendo também realizado por via histeroscópica. Porém, em vez de colocar uma pequena mola em cada trompa, o endoscópio emite energia de radiofrequência para o interior das trompas, provocando uma reação inflamatória, e depois insere uma pastilha de silicone no local da ablação para garantir a obstrução das mesmas.
As vantagens da esterilização histeroscópica (Essure ou Adiana) incluem a ausência de sedação, anestesia geral, incisões cirúrgicas ou internação hospitalar. As desvantagens incluem a necessidade de uma forma alternativa de controle da natalidade durante três meses após a realização do procedimento e a possível necessidade de repetição do mesmo, caso não haja bloqueio total das trompas após 3 meses.

Complicações da laqueadura 

A laqueadura cirúrgica, realizada por laparoscopia ou por minilaparotomia, apresenta uma taxa de complicações de 0,1%. As mais comuns incluem infecção, lesão de bexiga ou dos intestinos, hemorragia interna ou problemas relacionados à anestesia.
A taxa de complicação com a esterilização histeroscópica é de cerca de 0,002%. A complicação mais comum é a lesão da parede do útero, um problema que não costuma causar maiores transtornos, até porque a paciente que se submete à laqueadura não pretende mais engravidar.
As três técnicas de laqueadura apresentam uma taxa de sucesso acima de 99%. Há trabalhos que mostram que após 15 anos de ligação das trompas, menos de 1% das mulheres acabaram engravidando. O grande problema é na maioria dos casos a gravidez acaba sendo sendo ectópica (gravidez tubária). Por isso, toda mulher laqueada deve procurar logo o seu ginecologista caso apresente atraso menstrual.
A laqueadura tubária não altera o ciclo menstrual nem interfere no desejo sexual da mulher.

Reversão da laqueadura

O arrependimento em relação à esterilização definitiva geralmente surge nas mulheres que realizaram a laqueadura ainda jovens, antes do 25 anos. São mulheres que muitas vezes separam-se, casam-se novamente e passam a querer ter um filho com o novo marido. 
A laqueadura é considerado uma esterilização definitiva. Em alguns casos a reversão até é possível, mas há riscos e o procedimento é muito mais complexo do que a ligadura das trompas. A taxa de sucesso da reversão é de apenas 20%. Por isso, se a paciente tiver qualquer dúvida ou insegurança, a laqueadura não deve ser o método contraceptivo de escolha.

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