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segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Alerta! Anti concepcional Mata!

Notícias Naturais

Um caso recente de trombose cerebral relacionado ao uso de pílula anticoncepcional reacendeu nas redes sociais a discussão sobre os riscos do uso de métodos contraceptivos hormonais.

estudante Juliana Bardella, 22 anos, acordou um dia sem conseguir se mover, foi diagnosticada com trombose, passou 15 dias internada e após a recuperação compartilhou sua história nas redes.

Depois disso, vários outros depoimentos foram compartilhados, como o de Gabriela Abu El Haj, que aos 25 anos teve trombose venosa profunda na perna, provavelmente por causa do uso da pílula.

Foi um espanto para todo mundo. Sou meio natureba, não tenho histórico de trombose na família, nem de hipertensão, nunca fumei e não tenho outros fatores de risco. Fiz até o teste genético para saber se tenho mais risco de ter trombose e deu negativo”, contou Gabriela à Agência Brasil.

funcionária pública, que hoje tem 28 anos, tomava pílula desde os 17 e relatou que poucos dias depois de fazer uma viagem de sete horas sentiu dores na perna e inchaço. Ao fazer uma ressonância, descobriu o coágulo na perna direita. Depois de consultar um hematologista e um angiologista, ambos relacionaram o problema ao uso da pílula combinado com o longo período que ela ficou sentada em uma mesma posição.

Gabriela reclama que não recebeu informação dos ginecologistas que consultou ao longo da vida sobre os riscos do medicamento. “Eu sempre tentava conversar com a ginecologista, com medo dos efeitos, pensando em parar, já que todo mundo fala que colocar hormônio no corpo não é bom, mas a resposta sempre era que não tinha problema. Os médicos deveriam apresentar os riscos.

Já a funcionária pública Flora Maravalhas, 32 anos, não teve problemas sérios com o uso da pílula, mas como sentiu alterações no organismo em cerca de um ano de uso, preferiu mudar o método. “Senti o corpo diferente, ficava inchada, intestino solto, emocionalmente frágil, sensível. Foi quando ouvi falar de um método contraceptivo no qual você mede sua temperatura e a partir de uma série de informações calcula se você tem chances de engravidar”, contou sobre o método adotado ha cerca de um mês.

Alternativas

Segundo a ginecologista Marli Virgínia Nóbrega, ao contrário de medicamentos que são usados para curar algo que está errado ou restabelecer uma função do corpo, a pílula hormonal serve para “atrapalhar” a função natural do organismo, alterando o funcionamento dos ovários. “Esses hormônios têm consequências que vão além de evitar engravidar. Fenômenos tromboembólicos, mais chance de trombose, de ter um AVC [Acidente Vascular Cerebral]”, lista a médica. Segundo ela, a perda de libido também é um efeito comum em quem usa contraceptivos hormonais.

A especialista defende formas alternativas para evitar a gravidez, como o Método Billings, que consiste na observação do muco cervical, e também o método da medição da temperatura, que indicam se a mulher está no período fértil.

É preciso que o profissional explique detalhadamente os métodos. Se eles forem bem executados, as chances de erros são menores do que as do uso da pílula. Além disso, as mulheres passam a conhecer melhor o próprio corpo.”

Ferramenta válida

Por outro lado, o ginecologista e professor da pós-graduação em ginecologia e obstetrícia da Universidade de Brasília (UnB), Antônio Carlos Cunha, considera os anticoncepcionais hormonais boas ferramentas para o planejamento familiar, porém, alerta que o uso deve ser feito com indicação médica.

Temos que ver o fundamento destes relatos do ponto de vista científico. A pílula é um medicamento, e como qualquer outro, tem que ser bem indicado e tem riscos e benefícios. Quando a gente indica a pílula, precisa fazer avaliação do histórico familiar com tromboembolismo, problemas relacionados a hipertensão, diabetes”, explicou.

O especialista destaca que, como a pílula anticoncepcional é um dos medicamentos mais usados no mundo, é natural que surjam relatos de efeitos colaterais. “O maior problema da pílula é usar sem indicação médica.” Cunha ressalta a necessidade de exames clínicos e observação de fatores como obesidade, hipertensão, alteração de colesterol, taxa de triglicerídios, diabetes e hipertensão antes da indicação de uso de hormônios. “Uma série de avaliações clínicas vão dizer se ela tem contraindicações. Às vezes ela tem contraindicação para pilula, mas pode usar DIU [dispositivo intrauterino].

Para o especialista da UnB, não existe método ideal para evitar a gravidez. A indicação vai depender da fase da vida pela qual cada mulher está passando. “Se é jovem, se quer ter filho logo ou daqui a dez anos, se está amamentando, se tem histórico familiar dos fatores de risco. Tudo isso vai influenciar no método a ser indicado.

Os riscos de uma gravidez inesperada, segundo o especialista, também devem ser considerados. “A gravidez indesejada muitas vezes acaba levando a procura pelo abortamento, e abortamento no Brasil é ilegal, sem segurança, o que pode levar a mulher a sequelas graves e até a morte”, alerta.

Anvisa

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou esta semana que o risco de formação de coágulos associado aos contraceptivos depende do tipo de hormônio progesterona presente no medicamento.

Mulheres que usam anticoncepcionais contendo drospirenona, gestodeno ou desogestrel têm um risco de quatro a seis vezes maior de desenvolver tromboembolismo venoso, em um ano, do que as mulheres que não usam contraceptivos hormonais combinados”, alertou a agência, em nota.

No entanto, a Anvisa ressalta que, até o momento, os benefícios dos anticoncepcionais na prevenção da gravidez continuam a superar seus riscos. Além disso, os riscos de eventos como trombose envolvendo todos os contraceptivos orais combinados é conhecidamente pequeno, segundo a agência.

A recomendação da Anvisa é que as mulheres façam exames e considerem o histórico familiar antes de iniciar o uso de qualquer contraceptivo hormonal. Os exames clínicos precisam ser repetidos pelo menos uma vez ao ano durante o uso de medicamentos contraceptivos.

Leia mais:

8 Motivos Pelos Quais a Pílula Anticoncepcional é um Veneno para o Corpo Feminino



[ESTUDO] Uso de Pílulas Anticoncepcionais Dobra o Risco de Glaucoma

Fontes:
NFórum otícias Naturais: Relatos de Casos de Trombose Levantam Polêmica sobre Pílula
Notícias Naturais: Relatos de Casos de Trombose Levantam Polêmica sobre Pílula
Exame: Relatos de casos de trombose levantam polêmica sobre pílula

Leia mais: http://forum.antinovaordemmundial.com/Topico-relatos-de-casos-de-trombose-levantam-pol%C3%AAmica-sobre-p%C3%ADlula#ixzz4PJdhlHXV

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

DÚVIDAS COMUNS PARA AS PESSOAS QUE ESTÃO FAZENDO DIETA

Seguir à risca uma dieta equilibrada não é tarefa fácil. Isto porque sempre aparecem aqueles pequenos imprevistos que acabam fazendo com que você deixe a sua alimentação saudável de lado algumas vezes.
É um casamento, um aniversário, um jantar com os amigos. Todas estas ocasiões são propícias para quebrar toda a sua rotina. E como sair disso? Se isolar em casa é uma solução? Claro que não! Existem várias dicas que lhe proporcionam uma vida social saudável sem que você precise cair em tentação.Mas fique consciente de que quebrar sempre a sua dieta é um grande atraso. Portanto só faça isso quando realmente for impossível fugir.
E agora, vamos lhe dar algumas dicas que lhe ajudarão a não ficar neste efeito sanfona e nem com água na boca.
1) Jamais chegue com muita fome a uma festa
Uma das piores coisas para a sua dieta é chegar a um evento com o estômago roncando. Então, antes de ir, faça uma alimentação bem leve e saudável. Assim quando você chegar ao seu destino não cairá na tentação de ir diretos aos doces e alimentos com muita gordura.
2) Preste atenção ao ler os rótulos dos alimentos
Quando você for ler o rótulo de um produto, não fique preso apenas nas calorias e quantidade de gorduras e proteínas. Atente-se à qualidade destes ingredientes. Os aditivos são um veneno para a saúde além de ajudar na retenção de peso.
3) Ir a um jantar sem levar absolutamente nada
Se seus amigos ou família combinaram um almoço ou jantar na casa de alguém, que tal você não ir apenas esperando que tenha algo mais leve e sim levá-lo? Uma boa salada de folhas verdes é uma boa opção. E caso só tenham alimentos gordurosos, você pode optar pelo seu prato e comer sem peso na consciência. Caso contrário, terá que agradar e comer o que estiver na mesa.
4) Não abandone a dieta
É claro que algum momento tentará tirar você do sério. Um atraso no trabalho, no ônibus ou na casa de um amigo. Nestes casos a solução acaba sendo consumir qualquer porcaria deixando a dieta de lado. Mas uma mulher prevenida vale por duas. Então se você tiver sempre na sua bolsa uma fruta ou um biscoitinho light, você saberá como se prevenir.
5) Não ligue pro que as outras pensam
Muita gente se importa com o que os outros pensam e é nessa que geralmente você dança. Se você está evitando as bebidas alcóolicas para emagrecer não deve ter vergonha do que o pessoal da sua mesa possa pensar. Afinal, a vida é sua e de mais ninguém. Se precisar pedir algo para comer, também não se envergonhe em fazer as perguntas que achar necessárias aos garçons. É a sua dieta que está na reta!
6) Ir a um restaurante não é motivo para deixar sua dieta de lado
Não é porque você vai a um restaurante que precisa se encher de massas. Restaurantes oferecem várias opções. Continue seguindo a sua dieta. Escolha uma proteína e uma boa salada e fique com a consciência tranquila.

Sugestões para ajudar uma mulher vítima de violência doméstica ou familiar

As atitudes abaixo, por mim, são as mais indicadas para ajudar uma mulher que sofre violência doméstica ou familiar:
  • Não menospreze a situação. Não diga “você mereceu”, nem “você gosta de apanhar”, muito menos “deixe de exagero”
  • Não considere quem agrediu mais vítima do que a vítima. Não há motivo algum para inocentar um agressor só porque a vítima do crime é uma mulher
  • Não faça piadas sobre o assunto. Não tem nada de engraçado em ser vítima de uma agressão. Fazer piada é um passo para diminuir a importância da agressão perante a opinião pública, facilitando a aceitação da violência e, conseqüentemente, a impunidade
  • Ajude a vítima a procurar um serviço de assistência jurídica e atendimento psicológico. Se for o caso, ajude-a a encontrar um novo local para morar. Se for possível, tente conseguir o apoio de familiares
  • Tenha paciência se a vítima tiver recaídas, ou perdoar quem a agrediu. Raramente a vítima se livra do agressor rapidamente. Lembre-se que foram gastos muitos anos para construir uma relação violenta e, além de nem sempre ser fácil romper esses laços, existe uma pressão social para que a vítima não atrapalhe a vida do agressor (como se ele não tivesse cometido um crime!)
  • Se puder, encaminhe o agressor para orientação psicológica, para que ele não repita a postura violenta com outras pessoas
  • Não compare situações. Se A ou B conseguiu reagir à agressão e sair da relação rapidamente, contar isso vai apenas fazer a vítima se sentir fraca e culpada, fragilizando-a ainda mais. Cada pessoa tem um ritmo diferente para reagir
  • Se a vítima quiser dar tratamento jurídico à violência, faça o possível para que ele ocorra de forma satisfatória. Procure orientação pelo 180 ou em serviços assistenciais de sua cidade. Exija o registro da ocorrência, não deixe policiais duvidarem da palavra da vítima ou tratá-la mal. Infelizmente, nem sempre autoridades policiais estão preparadas para atender casos tão delicados, e o desânimo ou descrédito na postura policial vai fragilizar a vítima ainda mais. Se ela não receber apoio, se sentirá injustiçada e tenderá a achar que não adianta o esforço de denunciar a agressão, colaborando para a impunidade do agressor

Cores e fragrâncias dos perfumes

Inspire-se nas cores e fragrâncias dos perfumes na hora de criar o próximo look com suas maquiagens
A rotina de beleza é um grande acontecimento. Demanda tempo e paciência. Por isso, muitas vezes, na correria da semana, deixamos de lado a delícia que é se maquiar justamente por falta de uns minutinhos a mais, organização e até mesmo de costume.
E não pense que um singelo post-it na agenda será capaz de ajudar nessa missão. É preciso se dedicar um pouquinho mais, mas essa tarefa não é impossível. Que tal aprender a coordenar os produtinhos queridos que têm espaço em nosso banheiro, cômoda ou penteadeira? Pense nas fragrâncias de seus perfumes: quais deles são mais suaves, quais apresentam toques florais? Em seguida, combine-os com batons, sombras, lápis e outros itens de beauté que sugerem frescor, podem ser usados sem medo de errar e criam aquele efeito de make bem natural.
Se a proposta é arrasar em um ambiente mais formal, opte por fragrâncias discretas e maquiagens clássicas, como batom e sombras em tons de nude. Organize a maquiagem, os perfumes e os complementos seguindo essa linha.

fragrância x make 6
Caso a ocasião seja mais descontraída, não tenha medo de arriscar! As notas florais dos seus perfumes (ou notas mais exóticas, se você gosta de ousar) farão um casamento perfeito com gloss pink, balm laranja e sombras coloridíssimas.
Prepare-se, pois quando você se maquia assim, de um jeito harmônico, tudo flui a seu favor e o resultado é lindo!

Mais feliz e menos estressada. Só depende de você

Todas sabemos da correria nossa do dia a dia, e da frase “não é fácil ser mãe nos dias de hoje”. Não faltam situações colocando à prova a nossa paciência o tempo inteiro. E não faltam notícias tristes que parecem só contribuir para a sensação do “não tá fácil pra ninguém”.  É fácil, fácil ser uma mãe estressada, à beira de um ataque de nervos nos dias de hoje. Mas a gente não quer ser assim. Não quer ser a surtada do momento. Esse papel não cai bem. Será que existe uma maneira de lidar com os problemas de um jeito menos tenso? A boa notícia é que dá. Mudando o foco.
Vou contar uma história para que você entre na minha linha de raciocínio. Antes de uma prova surpresa, um professor pediu a seus alunos que pegassem o papel que estava à frente deles, o virassem, e escrevessem sobre o que estavam vendo ali. O que havia desenhado no papel era um pontinho preto, bem no centro da folha em branco. Todos acharam a prova muito fácil. Todos escreveram sobre o pontinho. Eles estavam certos. Mas aquela não era a única resposta correta. Os alunos se esqueceram de que estavam vendo também, além do pontinho, todo o papel em branco.
É isso o que muitas pessoas fazem. Colocam toda atenção e energia no problema, na dificuldade. Como se não houvesse mais nada de bom além daquela questão. Muitos de nós têm uma tendência a valorizar o que dá errado e ignorar o que acontece de bom. Ficam apenas em um pontinho, nos esquecendo de todo o branco cheio de possibilidades. Muitos fazem isso com a vida, veem apenas uma pequena porção.
Não se trata aqui de fazer o papel da Poliana e fingir que está tudo bem. Se trata na verdade de olhar as coisas sob outra perspectiva. Você vê sim o problema, mas vê também o que de bom acontece na sua vida. Quando faz isso, se torna mais capaz de resolver e enfrentar o que aparecer.
Sendo mãe, como isso pode ser feito? Existem coisas que parecem não ser tão fáceis quando se tem os filhos, como não ter mais uma refeição tranquila, o sono que nunca mais será o mesmo, poder ter um tempo só para você como fazia antes, e talvez até sentir culpa por sair para trabalhar e não ficar com os filhos.
Que tal mudar o foco?
Para começar esse exercício, você pode refletir: O que ter filhos trouxe de bom na sua vida? Tenho certeza de que você tem uma lista de benefícios para citar.
Vamos pensar juntas em algumas? Com filhos, aprendemos a improvisar, vemos que podemos aprender com eles e não só ensinar, percebemos que não controlamos tudo e que isso também é bom, desenvolvemos um talento de encarar as coisas com mais calma e a ter flexibilidade. Pense em você antes de ter filhos, naquele momento em que ficou em dúvida se daria conta. Olhe pra você hoje: você adaptou toda a sua vida e dá conta. Consegue fazer isso!
Um jeito de começar essa reflexão e ir ampliando o foco da sua vida é, no final do dia, mesmo que tenha sido um dia terrível, se desafiar a escrever num caderno ao menos 5 coisas que aconteceram de bom. “Como assim? Cinco? Acho que não posso escrever tanto!”. Pode sim. Quer ver? Lembre-se daquele sorvete que você tomou e que lhe caiu muito bem. E o almoço com seu prato predileto? E o olhar de seu filho junto com um sorriso? Um telefonema de alguém que você não vê há muito tempo? Uma gracinha que seu filho fez? Viu? Sentiu uma alegria aí dentro? Isso é mudar o foco. Tenho certeza de que, ao se deparar com a lista, você vai se sentir mais feliz, mais forte, mais leve. Com isso, será mais capaz de funcionar sob pressão, com otimismo, administrando as emoções.
Se mudamos nossa forma de ver a vida, aprendemos a enxergar mais. Teremos uma consciência ampla e conquistamos muito mais. Comece mudando o foco em pequenas coisas. E ensine seus filhos a fazerem isso também! Eu faço com o meu. No final do dia, peço que me diga o que gostou em seu dia, ou que me conte uma coisa a qual se lembrou, algo engraçado que alguém fez na escola… Ou conversamos sobre uma viagem que fizemos. Com isso, eu o ensino – e também aprendo – a valorizar o lado positivo do seu dia e a olhar o todo. Nos divertimos juntos e colocamos foco nas coisas positivas, que tiram o peso da negativas. Equilibram a vida. E nos deixam mais plenos e mais inteiros.

domingo, 23 de outubro de 2016

A importância da soneca para as crianças

Até os 3 anos, o seu filho precisa ter um descanso durante o dia para de desenvolver bem. Entenda:

Assim que nasce, a rotina do seu filho se resume a mamar, dormir e brincar. Com o passar dos primeiros meses, ele fica mais tempo acordado até que, por volta dos 3 meses, as sonecas passam a acontecer na parte da manhã e da tarde. Você sabe bem que uma boa noite de sono é fundamental para a saúde das crianças, mas os cochilos são importantes quanto para o desenvolvimento infantil.
Estudos já mostraram as consequências da ausência desse soninho - tanto no que ser refere a distúrbios de comportamento, como ansiedade, irritação, menor nível de interesse e habilidade para resolver problemas – e os benefícios que ele traz, como a ampliação dos processos cognitivos.
O mais recente deles feito pela Universidade de Massachusetts, nos Estados Unidos, mostrou que as crianças que tiram uma soneca à tarde são mais inteligentes e têm melhor memória. Para chegar a esse resultado, a cientista Rebecca Spencer, professora de Psicologia e Neurociência analisou o comportamento de 40 pré-escolares durante um jogo da memória. Depois de brincar a primeira vez, ela deixou que eles dormissem durante 77 minutos e, depois, pediu que jogassem novamente. Na semana seguinte, as mesmas crianças foram convidadas a repetir o processo , só que desta vez os pesquisadores mantiveram as crianças acordadas. Rebecca notou que as crianças que tiraram uma soneca tiveram 10% mais precisão no jogo do que as que não cochilaram.

Uma soneca durante o dia é fundamental até os 3 anos: revitaliza, relaxa e aumenta a disposição. Em geral, elas ocorrem em dois momentos: uma pela manhã, entre 10h30 e 11h, e outra à tarde, entre 14h e 14h30. “A primeira soneca faz com que o bebê esteja mais relaxado para almoçar e ter mais apetite”, afirma Rosângela Garbers, pediatra e neonatologista do Hospital Pequeno Príncipe (PR). A segunda ajuda no descanso, depois das atividades matinais da criança. Quando não acontece, ela pode ficar irritada, e a fala e os movimentos, mais lentos.

Aos 2 anos, ela passa a acontecer apenas uma vez por dia e deve se manter assim até por volta dos 3 anos. Nesta fase, o cochilo não pode passar de uma hora e deve se manter assim até a criança não ter mais a necessidade de tirar uma soneca, o que acontece por volta dos 4 anos, em média. Claro que isso muda de criança para criança. Não significa que só porque seu filho completou 4 anos que está proibido de dormir um pouquinho durante o dia.

sábado, 22 de outubro de 2016

Terceirização dos filhos !

Hoje em dia é muito comum ouvirmos o termo “criança terceirizada”. Mas o que realmente isso quer dizer e o que isso pode causar nas crianças?
As crianças terceirizadas são aquelas cujo os pais transferem para terceiros a tarefa de cuidar, se preocupar e se responsabilizar por elas. Realmente o termo é um pouco forte, mas, atualmente, os pais estão deixando os filhos sob a responsabilidade de terceiros cada vez mais para fazer suas coisas, mesmo que não seja ir trabalhar.
Enfim, um vídeo muito conhecido do pediatra Dr. José Martins Filho, professor da Unicamp e autor de livros conceituados sobre este mesmo assunto, explica que esse “abandono” traz consequências e faz surgir a figura da “criança terceirizada”. Baseado nele e em outras fontes, fiz uma lista das consequências que isso pode causar.



Vamos à list
 1) Quebra de vínculos
Por mais que a mãe precise trabalhar, é muito importante que ela se planeje e que consiga ficar o maior tempo possível com seu filho. Substituir os cuidados da criança com algum outro adulto (babá, avó, avô etc.) não é a mesma coisa. O vínculo, principalmente no primeiro ano de vida do bebê, é fundamental e é maior com a pessoa que cuida, que fica junto. Portanto, se o bebê passa 90% do tempo com algum outro cuidador, o vínculo será maior com ele. Martins não critica as mães que precisam realmente trabalhar e ajudar a família, mas pede que priorizem os filhos. “Trabalhem, mas não esqueçam as crianças. Sempre que possível, fiquem com elas. Deem atenção e mostrem carinho”.

2) Educação que os pais não aprovam
Muitos pais exigem que as escolas eduquem seus filhos. Porém, o papel da escola é alfabetizar, ensinar conhecimentos gerais, dentre outras coisas. Mas a educação vem de casa. Quem deve ensinar a andar, tirar a fralda, chupeta, falar “obrigado”, “por favor”, portar-se à mesa, ter afeto, modo de conversar etc., é a família! Portanto, não exija uma educação exemplar se você não tem paciência para mostrar ao seu filho o que é certo.


3) Falta de limites
Assim como na educação, os pais é que devem saber impor limites às crianças. As crianças terceirizadas, na grande maioria das vezes, não têm limites. Isso porque os pais chegam em casa tarde da noite e não querem brigar com os filhos, não querem que as crianças chorem ou gritem por algum motivo, então eles acabam cedendo a tudo o que os filhos exigem. E esse tipo de atitude é crucial na educação.

4) Prioridade invertida
O que acontece atualmente é que os pais têm grande limitação em abrir mão do conforto da vida que tinham antes dos filhos. Ou seja, querem o prazer de ter filhos, mas ignoram o desprazer, como se o ônus e o bônus não fizessem parte do mesmo pacote. O que é realmente prioridade na vida dos pais? A presença do pai ou da mãe é fundamental nos momentos de troca de fralda, quando a criança está adoecida, quando está num momento de birra… Não apenas quando está sorrindo e brincando.

5) A não valorização do outro

Diversos casos de delinquência juvenil, quando observados de perto, mostram crianças que foram totalmente solitárias, criadas sem vínculos razoáveis e, por viverem sob um abandono dilacerante, não aprenderam a valorizar “o outro” e não pensam que as pessoas devam ser respeitadas.

6) Problemas com figuras de autoridade
As crianças verdadeiramente terceirizadas, ou seja, as que possuem vínculos enfraquecidos com seus pais, provavelmente terão uma relação complicada com figuras de autoridade, pois, ao longo de suas vidas, exerceram autoridade sobre ela, pessoas com quem ela não possuía vínculos afetivos suficientes.

7) Baixa autoestima
A forte ausência dos pais pode também causar baixa autoestima nas crianças. É muito importante que os pais estejam presentes nos eventos escolares, nas entrevistas com os professores, nos jogos de futebol do colégio e qualquer outro compromisso em que elas solicitem sua presença. A “falta” dos pais nessas ocasiões, mexe muito mais com os filhos do que você imagina. Principalmente, no momento de ir aos consultórios médicos (hoje em dia muitos pais delegam essa “função” para as babás). As crianças já se sentem acuadas nesses ambientes, e a presença de um dos pais é fundamental para transmitir confiança, segurança e conforto.

8) Problemas comportamentais
Estes problemas são muitas vezes um escudo que as crianças usam para proteger suas questões profundas de abandono e medo. Por exemplo, uma criança que vive em um lar com pais totalmente ausentes, tem mais chances de desenvolver uma atitude negligente com um ar de superioridade arrogante para esconder o fato de que ela realmente os quer em sua vida.

9) Sensação de falta de afeto
Muitos pais podem estar fisicamente próximos de seus filhos durante a maior parte do dia, mas podem não estar afetivamente disponíveis a eles. Não conversam intimamente, não brincam, brigam e gritam a maior parte das vezes que se dirigem à criança. Crianças precisam se sentir amadas, precisam saber que são prioridade! Não consigo imaginar meus filhos sentindo falta de afeto, isso aperta meu coração. Tudo o que mais queremos na vida é que nossos filhos saibam que são as pessoas mais importantes das nossas vidas e que são MUITO amados! Isso faz toda diferença no desenvolvimento deles.

E, por fim, convido vocês a assistirem à entrevista do Dr. José Martins F





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