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segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Aplv, Alergia alimentar!

ENTENDA ALERGIA

COMO SUSPEITAR SE SEU FILHO TEM APLV?





Se o seu filho apresentar um ou mais dos sintomas descritos no quadro abaixo é preciso conversar com seu médico para que ele possa investigar APLV.

Sinais e sintomas sugestivos de APLV

SintomasSinais e sintomas
Digestivos
  • Dificuldade para engolir
  • Impactação  alimentar (sensação de alimento parado na garganta)
  • Dificuldade de digestão
  • Falta de apetite, recusa alimentar
  • Saciedade com pouca quantidade de alimento.
  • Regurgitação (golfos) frequente
  • Vômitos
  • Cólicas intensas
  • Diarreia com ou sem perda de proteínas, sangue ou muco**
  • Intestino preso
  • Sangue nas fezes
  • Assadura na região anal
Respiratórios
  • Coriza, obstrução nasal, chiado, respiração difícil e tosse (todos não associados a infecções)
Cutâneos (de pele)
  • Urticária (placas vermelhas na pele), sem relato de infecção, ingestão de medicamentos, ou outras causas.
  • Eczema atópico ou dermatite atópica (ressecamento e descamação da pele, com ou sem a presença de feridas ou secreção)
  • Coceira na pele
  • Angioedema
  • Inchaço de lábios e/ou pálpebras
Gerais
  • Baixo ganho de peso, crescimento e desenvolvimento
  • Anafilaxia
  • Síndrome da enterocolite causada por proteína alimentar (choque com acidose metabólica grave, vômitos, diarreia).
É válido ressaltar que esses sintomas também podem ser fisiológicos ou estar associados a outras causas. Portanto, o fato da criança apresentá-los não caracteriza imediatamente APLV. 
Estima-se que 1 a 17% das crianças menores de 3 anos apresentam sintomas sugestivos de APLV. Porém, ao realizar a investigação diagnóstica de forma correta apenas 2 a 3% dessas crianças são realmente alérgicas ao leite. Portanto, na vigência dos sintomas citados é preciso conversar com o médico da criança ou procurar um especialista (alergista ou gastropediatra) para que ele possa investigar e considerar a hipótese de APLV.

PEDOFILIA: o perigo pode estar perto do seu filho!



Pedófilos são pessoas adultas (homens e mulheres) que têm preferência sexual por crianças – meninas ou meninos - do mesmo sexo ou de sexo diferente, geralmente pré-púberes (que ainda não atingiram a puberdade) ou no início da puberdade, de acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde).

Segundo o critério da OMS, adolescentes de 16 ou 17 anos também podem ser classificados como pedófilos, se eles tiverem uma preferência sexual persistente ou predominante por crianças pré-púberes pelo menos cinco anos mais novas do que eles.

A puberdade e sexualidade surgem de modos diferentes para o sexo feminino e masculino. Enquanto para as meninas ocorre um crescimento rápido e curto, para os meninos o crescimento é lento e prolongado. É por isso que geralmente as meninas desenvolvem-se fisicamente e mentalmente mais cedo e mais rápido que os meninos. Quando uma pessoa do sexo masculino ou feminino sente-se atraído sexualmente por uma menina ou menino pré-púbere é considerado doente porque esta ainda não tem o corpo de uma mulher e o menino não tem as características de um homem.

 A psicanálise encara a pedofilia como uma perversão sexual. 

Pedofilia é o desvio sexual "caracterizado pela atração por crianças, com os quais os portadores dão vazão ao erotismo pela prática de obscenidades ou de atos libidinosos."

Segundo psicólogos especialistas em agressão infantil de Michigan, nos Estados Unidos, cerca de 80% dos casos de abuso sexual de crianças acontecem na intimidade do lar: pais, padrastos e tios são os principais agressores.
 
 A pedofilia em si não é crime, no entanto, o código penal considera crime a relação sexual ou ato libidinoso (todo ato de satisfação do desejo, ou apetite sexual da pessoa) praticado por adulto com criança ou adolescente menor de 14 anos. Conforme o artigo 241-B do ECA é considerado crime, inclusive, o ato de “adquirir, possuir ou armazenar, por qualquer meio, fotografia, vídeo ou outra forma de registro que contenha cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente.”

Como identificar um pedófilo?

A maioria dos pedófilos são homens, e o que facilita a atuação deles é a dificuldade que temos para reconhecê-los, pois aparentam ser pessoas comuns, com as quais podemos conviver socialmente sem notar nada de anormal nas suas atitudes. Em geral têm atividades sexuais com adultos e um comportamento social que não levanta qualquer suspeita. Eles agem de forma sedutora para conquistar a confiança e amizade das crianças. 

Infelizmente não é fácil reconhecer um pedófilo. O pedófilo, em sua grande maioria homens, é uma pessoa adulta que sente atração sexual por crianças e adolescentes, podendo ou não haver contato físico. Mas, o que os pedófilos possuem em comum são alguns comportamentos, com os quais  todas as crianças e adolescentes devem tomar cuidado e desconfiar.

Alguns desses comportamentos são: 

Gostam de ficar sozinhos com crianças ou adolescentes, sendo muito atenciosos e sedutores.
Gostam de fazer “amizade” com criança/adolescente.
Sempre procuram agradar sua vítima com presentes, elogios e promessas.
Em suas casas possuem vários objetos, jogos, guloseimas para agradar crianças e adolescentes.
Procuram fazer carinho nas partes íntimas de crianças e adolescentes.
Sempre pedem para guardar segredo e nunca contar nada a ninguém sobre seus  comportamentos.
Às vezes, ameaçam a criança/adolescente, algo ou alguém de que goste muito, caso não ceda às suas vontades.
Pedem para filmar ou tirar fotos de criança/adolescente, com pouca ou nenhuma roupa e pedem para fazer poses sensuais.
 
O pedófilo pode ser alguém muito próximo de você, como um familiar, um conhecido, um vizinho e também alguém desconhecido que se aproxima de crianças/adolescentes por meio da internet (salas de bate-papo, por exemplo).

Essas são algumas dicas importantes. Caso desconfie de algo ou alguém, conte para um adulto em que confie. Lembre-se que a criança/adolescente é sempre vítima! Se existe um culpado, esse é sempre o pedófilo!

Pedófilos costumam usar a Internet pela facilidade que ela oferece para encontrarem suas vítimas. Nas salas de bate-papo ou redes sociais eles adotam um perfil falso e usam a linguagem que mais atrai as crianças e adolescentes. Por isso é muito importante não divulgar dados pessoais na Internet, como sobrenome, endereço, telefone, escola onde estuda, lugares que frequenta, e fotos, que podem acabar nas mãos de pessoas mal intencionadas.

De acordo com Anderson Batista, fundador do site Censura, “às vezes, a criança envia uma foto para um colega de classe e essa imagem acaba caindo na rede dos pedófilos. Ou porque alguém ligado ao colega que recebeu a foto está numa rede de pedofilia, ou porque a imagem foi colocada em algum blog e, com isso, se tornou pública”.

Muitos pedófilos procuram quebrar a resistência das crianças e adolescentes aos contatos sexuais virtuais ou pessoais, ou mesmo a deixarem-se fotografar, mostrando a eles imagens de pornografia infantil para que eles passem a achar essas cenas naturais e fique mais fácil convencê-los. 

Saiba quais sinais podem indicar que uma criança sofreu abuso sexual
Gestos e desenhos são importantes para revelar o tipo de violência

Crianças que foram abusadas sexualmente sofrem mudanças em seu comportamento como agressividade, dificuldades de relacionamento e isolamento.  Entretanto,  especialistas afirmam que esses sintomas podem significar qualquer tipo de violência sofrida na infância. Por isso, eles aconselham aos pais para que fiquem atentos a um conjunto de outros sinais, como gestos, brincadeiras e desenhos, para saber se seus filhos estão sofrendo algum tipo de violência.
 
Segundo a psicóloga Lis Arantes Radicchi, especialista em saúde mental, existem alguns sintomas comuns da criança violentada, como insônia, falta ou excesso de sono, medo aparentemente infundado, pesadelos, tremores noturnos, ganho ou perda de peso, agressividade e atitudes como morder, chutar, gritar e chorar.

Além disso, ela indica que as crianças podem expressar intolerância com colegas de escola e com pessoas da comunidade, ter dificuldades de concentração, aprendizado e de relacionamento. Em alguns casos, as crianças extrovertidas podem ficar mais caladas, ou vice-versa.

Entretanto, a psicóloga ressalta que a presença desses sintomas não significa que a criança sofreu um abuso sexual.

- Isso pode ser um sinal de qualquer tipo de violência ou distúrbio que ela vivenciou.

Raphael Boëchat Barros, professor de Psiquiatria da Unb (Universidade de Brasília), acrescenta que os gestos e os desenhos também são muito importantes para que os pais possam descobrir o que acontece com seus filhos.

- A linguagem da criança não é tão verbal. Vale a pena prestar a atenção no comportamento, nas brincadeiras, em jogos e desenhos, porque é comum o isolamento. É nessas situações [de isolamento] que ela pode manifestar o abuso.

Contudo, a psicóloga aponta alguns sinais mais graves que podem indicar um abuso sexual. Algumas crianças chegam a desenhar a genitália do abusador, como imagens de homens com o pênis ereto e com pelos pubianos.

- Isso é um sinal de abuso. Como a criança pode ter visto um pênis ereto e com pelos?

Lis conta também que as crianças podem passar a sentir medo de adultos de um sexo específico, já que se perdeu a confiança nos mais velhos. Existem ainda casos em que crianças tiram suas roupas e até se masturbam. 

- As crianças brincam mesmo, mas, os adultos precisam ficar atentos que algumas de suas atitudes reproduzem o que aconteceu com elas. Esses gestos são também uma forma de denunciar. O sinal isolado não quer dizer muita coisa, mas tem que ser pensado em conjunto.

A criança de cinco anos ou pouco mais, mesmo conhecendo e apreciando a pessoa que o abusa, se sente profundamente conflitante entre a lealdade para com essa pessoa e a percepção de que essas atividades sexuais estão sendo terrivelmente más. Para aumentar ainda mais esse conflito, pode experimentar profunda sensação de solidão e abandono. Quando os abusos sexuais ocorrem na família, a criança pode ter muito medo da ira do parente abusador, medo das possibilidades de vingança ou da vergonha dos outros membros da família ou pode temer que a família se desintegre ao descobrir seu segredo.

Namoro entre adolescentes e adultos não é considerado pedofilia por especialistas no assunto. (Exemplo: O namoro entre uma adolescente de 14 anos e um jovem de 18 anos)

O abuso às crianças pode ocorrer na família, através do pai, do padrasto, do irmão ou outro parente qualquer. Outras vezes ocorre fora de casa, como por exemplo, na casa de um amigo da família, na casa da pessoa que toma conta da criança, na casa do vizinho, de um professor ou mesmo por um desconhecido. 

Como proceder perante um possível caso de Pedofilia?

Para denunciar por telefone:  Ligue para o número 100, do Disque Denúncia Nacional, subordinado à Secretaria de Direitos Humanos do Ministério da Justiça. A ligação é gratuita e o serviço funciona diariamente das 8h às 22h, inclusive nos finais de semana e feriados. As denúncias recebidas são analisadas e encaminhadas aos órgãos de defesa e responsabilização, num prazo de 24h.

Denúncia por e-mail:  É possível também enviar uma mensagem para a Secretaria Especial dos Direitos Humanos no e-mail: disquedenuncia@sedh.gov.br

Em ambos é possível:

• denunciar violências contra crianças e adolescentes;
• colher informações acerca do paradeiro de crianças e adolescentes desaparecidos, tráfico de crianças e adolescentes; e
• obter informações sobre os Conselhos Tutelares.

Você também pode procurar o Conselho Tutelar ou o Promotor de Justiça de seu município.

Se você perceber que seu filho ou sobrinho ou qualquer criança próxima a você estar com o comportamento estranho, timidez excessiva, dores nos órgãos genitais, se chorar quando pensa que vai ficar sozinha com alguém, tem dificuldade pra dormir e pra comer, não quer ir a escola ou perdeu o desejo de brincar com outras crianças, chora inexplicavelmente  etc, fique atento! Essa criança pode estar sendo vítima de abuso sexual. Disque 100 e peça informações. 

Se controle, apesar dos sentimentos de raiva que tiver na hora, para que todas as providências sejam tomadas corretamente. Pode ser só um alarme falso, busque provas.

A pessoa a quem a vítima confia a sua experiência tem obrigação de:
- Acreditar na criança
- Ouvir com calma e sem dramatizar 
- Dar-lhe apoio emocional
- Usar as palavras da criança ao falar com ela
- Transmitir confiança
- Dizer-lhe que não tem culpa
- Fazer-lhe sentir-se orgulhoso(a) por ter feito a confidência
- Expressar afeto
- Falar do que aconteceu e do agressor
Na escola, deve contactar o Diretor de Turma, o Conselho Executivo, o Diretor de Escola ou Coordenador de Estabelecimento.
Fora da escola, deve comunicar o abuso à Família ou a uma das instituições seguintes:
- Centro de Saúde
- Comissão de Proteção de Menores
- Polícia Judiciária

O que não deve fazer:
- Culpar a criança pelo que lhe aconteceu
- Mostrar desconfiança
- Manifestar uma atitude alarmista
- Tratar a criança de uma maneira diferente da que era habitual
É frequente as vítimas carecerem de tratamento e de terapia específica.

A lei brasileira não possui o tipo penal "pedofilia". A pedofilia, como contato sexual entre crianças e adultos, se enquadra juridicamente no crime de estupro de vulnerável (Art. 217-A do Código Penal) com pena de oito a quinze anos de reclusão e considerados crimes hediondos.


Alerta! Anti concepcional Mata!

Notícias Naturais

Um caso recente de trombose cerebral relacionado ao uso de pílula anticoncepcional reacendeu nas redes sociais a discussão sobre os riscos do uso de métodos contraceptivos hormonais.

estudante Juliana Bardella, 22 anos, acordou um dia sem conseguir se mover, foi diagnosticada com trombose, passou 15 dias internada e após a recuperação compartilhou sua história nas redes.

Depois disso, vários outros depoimentos foram compartilhados, como o de Gabriela Abu El Haj, que aos 25 anos teve trombose venosa profunda na perna, provavelmente por causa do uso da pílula.

Foi um espanto para todo mundo. Sou meio natureba, não tenho histórico de trombose na família, nem de hipertensão, nunca fumei e não tenho outros fatores de risco. Fiz até o teste genético para saber se tenho mais risco de ter trombose e deu negativo”, contou Gabriela à Agência Brasil.

funcionária pública, que hoje tem 28 anos, tomava pílula desde os 17 e relatou que poucos dias depois de fazer uma viagem de sete horas sentiu dores na perna e inchaço. Ao fazer uma ressonância, descobriu o coágulo na perna direita. Depois de consultar um hematologista e um angiologista, ambos relacionaram o problema ao uso da pílula combinado com o longo período que ela ficou sentada em uma mesma posição.

Gabriela reclama que não recebeu informação dos ginecologistas que consultou ao longo da vida sobre os riscos do medicamento. “Eu sempre tentava conversar com a ginecologista, com medo dos efeitos, pensando em parar, já que todo mundo fala que colocar hormônio no corpo não é bom, mas a resposta sempre era que não tinha problema. Os médicos deveriam apresentar os riscos.

Já a funcionária pública Flora Maravalhas, 32 anos, não teve problemas sérios com o uso da pílula, mas como sentiu alterações no organismo em cerca de um ano de uso, preferiu mudar o método. “Senti o corpo diferente, ficava inchada, intestino solto, emocionalmente frágil, sensível. Foi quando ouvi falar de um método contraceptivo no qual você mede sua temperatura e a partir de uma série de informações calcula se você tem chances de engravidar”, contou sobre o método adotado ha cerca de um mês.

Alternativas

Segundo a ginecologista Marli Virgínia Nóbrega, ao contrário de medicamentos que são usados para curar algo que está errado ou restabelecer uma função do corpo, a pílula hormonal serve para “atrapalhar” a função natural do organismo, alterando o funcionamento dos ovários. “Esses hormônios têm consequências que vão além de evitar engravidar. Fenômenos tromboembólicos, mais chance de trombose, de ter um AVC [Acidente Vascular Cerebral]”, lista a médica. Segundo ela, a perda de libido também é um efeito comum em quem usa contraceptivos hormonais.

A especialista defende formas alternativas para evitar a gravidez, como o Método Billings, que consiste na observação do muco cervical, e também o método da medição da temperatura, que indicam se a mulher está no período fértil.

É preciso que o profissional explique detalhadamente os métodos. Se eles forem bem executados, as chances de erros são menores do que as do uso da pílula. Além disso, as mulheres passam a conhecer melhor o próprio corpo.”

Ferramenta válida

Por outro lado, o ginecologista e professor da pós-graduação em ginecologia e obstetrícia da Universidade de Brasília (UnB), Antônio Carlos Cunha, considera os anticoncepcionais hormonais boas ferramentas para o planejamento familiar, porém, alerta que o uso deve ser feito com indicação médica.

Temos que ver o fundamento destes relatos do ponto de vista científico. A pílula é um medicamento, e como qualquer outro, tem que ser bem indicado e tem riscos e benefícios. Quando a gente indica a pílula, precisa fazer avaliação do histórico familiar com tromboembolismo, problemas relacionados a hipertensão, diabetes”, explicou.

O especialista destaca que, como a pílula anticoncepcional é um dos medicamentos mais usados no mundo, é natural que surjam relatos de efeitos colaterais. “O maior problema da pílula é usar sem indicação médica.” Cunha ressalta a necessidade de exames clínicos e observação de fatores como obesidade, hipertensão, alteração de colesterol, taxa de triglicerídios, diabetes e hipertensão antes da indicação de uso de hormônios. “Uma série de avaliações clínicas vão dizer se ela tem contraindicações. Às vezes ela tem contraindicação para pilula, mas pode usar DIU [dispositivo intrauterino].

Para o especialista da UnB, não existe método ideal para evitar a gravidez. A indicação vai depender da fase da vida pela qual cada mulher está passando. “Se é jovem, se quer ter filho logo ou daqui a dez anos, se está amamentando, se tem histórico familiar dos fatores de risco. Tudo isso vai influenciar no método a ser indicado.

Os riscos de uma gravidez inesperada, segundo o especialista, também devem ser considerados. “A gravidez indesejada muitas vezes acaba levando a procura pelo abortamento, e abortamento no Brasil é ilegal, sem segurança, o que pode levar a mulher a sequelas graves e até a morte”, alerta.

Anvisa

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou esta semana que o risco de formação de coágulos associado aos contraceptivos depende do tipo de hormônio progesterona presente no medicamento.

Mulheres que usam anticoncepcionais contendo drospirenona, gestodeno ou desogestrel têm um risco de quatro a seis vezes maior de desenvolver tromboembolismo venoso, em um ano, do que as mulheres que não usam contraceptivos hormonais combinados”, alertou a agência, em nota.

No entanto, a Anvisa ressalta que, até o momento, os benefícios dos anticoncepcionais na prevenção da gravidez continuam a superar seus riscos. Além disso, os riscos de eventos como trombose envolvendo todos os contraceptivos orais combinados é conhecidamente pequeno, segundo a agência.

A recomendação da Anvisa é que as mulheres façam exames e considerem o histórico familiar antes de iniciar o uso de qualquer contraceptivo hormonal. Os exames clínicos precisam ser repetidos pelo menos uma vez ao ano durante o uso de medicamentos contraceptivos.

Leia mais:

8 Motivos Pelos Quais a Pílula Anticoncepcional é um Veneno para o Corpo Feminino



[ESTUDO] Uso de Pílulas Anticoncepcionais Dobra o Risco de Glaucoma

Fontes:
NFórum otícias Naturais: Relatos de Casos de Trombose Levantam Polêmica sobre Pílula
Notícias Naturais: Relatos de Casos de Trombose Levantam Polêmica sobre Pílula
Exame: Relatos de casos de trombose levantam polêmica sobre pílula

Leia mais: http://forum.antinovaordemmundial.com/Topico-relatos-de-casos-de-trombose-levantam-pol%C3%AAmica-sobre-p%C3%ADlula#ixzz4PJdhlHXV

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

DÚVIDAS COMUNS PARA AS PESSOAS QUE ESTÃO FAZENDO DIETA

Seguir à risca uma dieta equilibrada não é tarefa fácil. Isto porque sempre aparecem aqueles pequenos imprevistos que acabam fazendo com que você deixe a sua alimentação saudável de lado algumas vezes.
É um casamento, um aniversário, um jantar com os amigos. Todas estas ocasiões são propícias para quebrar toda a sua rotina. E como sair disso? Se isolar em casa é uma solução? Claro que não! Existem várias dicas que lhe proporcionam uma vida social saudável sem que você precise cair em tentação.Mas fique consciente de que quebrar sempre a sua dieta é um grande atraso. Portanto só faça isso quando realmente for impossível fugir.
E agora, vamos lhe dar algumas dicas que lhe ajudarão a não ficar neste efeito sanfona e nem com água na boca.
1) Jamais chegue com muita fome a uma festa
Uma das piores coisas para a sua dieta é chegar a um evento com o estômago roncando. Então, antes de ir, faça uma alimentação bem leve e saudável. Assim quando você chegar ao seu destino não cairá na tentação de ir diretos aos doces e alimentos com muita gordura.
2) Preste atenção ao ler os rótulos dos alimentos
Quando você for ler o rótulo de um produto, não fique preso apenas nas calorias e quantidade de gorduras e proteínas. Atente-se à qualidade destes ingredientes. Os aditivos são um veneno para a saúde além de ajudar na retenção de peso.
3) Ir a um jantar sem levar absolutamente nada
Se seus amigos ou família combinaram um almoço ou jantar na casa de alguém, que tal você não ir apenas esperando que tenha algo mais leve e sim levá-lo? Uma boa salada de folhas verdes é uma boa opção. E caso só tenham alimentos gordurosos, você pode optar pelo seu prato e comer sem peso na consciência. Caso contrário, terá que agradar e comer o que estiver na mesa.
4) Não abandone a dieta
É claro que algum momento tentará tirar você do sério. Um atraso no trabalho, no ônibus ou na casa de um amigo. Nestes casos a solução acaba sendo consumir qualquer porcaria deixando a dieta de lado. Mas uma mulher prevenida vale por duas. Então se você tiver sempre na sua bolsa uma fruta ou um biscoitinho light, você saberá como se prevenir.
5) Não ligue pro que as outras pensam
Muita gente se importa com o que os outros pensam e é nessa que geralmente você dança. Se você está evitando as bebidas alcóolicas para emagrecer não deve ter vergonha do que o pessoal da sua mesa possa pensar. Afinal, a vida é sua e de mais ninguém. Se precisar pedir algo para comer, também não se envergonhe em fazer as perguntas que achar necessárias aos garçons. É a sua dieta que está na reta!
6) Ir a um restaurante não é motivo para deixar sua dieta de lado
Não é porque você vai a um restaurante que precisa se encher de massas. Restaurantes oferecem várias opções. Continue seguindo a sua dieta. Escolha uma proteína e uma boa salada e fique com a consciência tranquila.

Sugestões para ajudar uma mulher vítima de violência doméstica ou familiar

As atitudes abaixo, por mim, são as mais indicadas para ajudar uma mulher que sofre violência doméstica ou familiar:
  • Não menospreze a situação. Não diga “você mereceu”, nem “você gosta de apanhar”, muito menos “deixe de exagero”
  • Não considere quem agrediu mais vítima do que a vítima. Não há motivo algum para inocentar um agressor só porque a vítima do crime é uma mulher
  • Não faça piadas sobre o assunto. Não tem nada de engraçado em ser vítima de uma agressão. Fazer piada é um passo para diminuir a importância da agressão perante a opinião pública, facilitando a aceitação da violência e, conseqüentemente, a impunidade
  • Ajude a vítima a procurar um serviço de assistência jurídica e atendimento psicológico. Se for o caso, ajude-a a encontrar um novo local para morar. Se for possível, tente conseguir o apoio de familiares
  • Tenha paciência se a vítima tiver recaídas, ou perdoar quem a agrediu. Raramente a vítima se livra do agressor rapidamente. Lembre-se que foram gastos muitos anos para construir uma relação violenta e, além de nem sempre ser fácil romper esses laços, existe uma pressão social para que a vítima não atrapalhe a vida do agressor (como se ele não tivesse cometido um crime!)
  • Se puder, encaminhe o agressor para orientação psicológica, para que ele não repita a postura violenta com outras pessoas
  • Não compare situações. Se A ou B conseguiu reagir à agressão e sair da relação rapidamente, contar isso vai apenas fazer a vítima se sentir fraca e culpada, fragilizando-a ainda mais. Cada pessoa tem um ritmo diferente para reagir
  • Se a vítima quiser dar tratamento jurídico à violência, faça o possível para que ele ocorra de forma satisfatória. Procure orientação pelo 180 ou em serviços assistenciais de sua cidade. Exija o registro da ocorrência, não deixe policiais duvidarem da palavra da vítima ou tratá-la mal. Infelizmente, nem sempre autoridades policiais estão preparadas para atender casos tão delicados, e o desânimo ou descrédito na postura policial vai fragilizar a vítima ainda mais. Se ela não receber apoio, se sentirá injustiçada e tenderá a achar que não adianta o esforço de denunciar a agressão, colaborando para a impunidade do agressor

Cores e fragrâncias dos perfumes

Inspire-se nas cores e fragrâncias dos perfumes na hora de criar o próximo look com suas maquiagens
A rotina de beleza é um grande acontecimento. Demanda tempo e paciência. Por isso, muitas vezes, na correria da semana, deixamos de lado a delícia que é se maquiar justamente por falta de uns minutinhos a mais, organização e até mesmo de costume.
E não pense que um singelo post-it na agenda será capaz de ajudar nessa missão. É preciso se dedicar um pouquinho mais, mas essa tarefa não é impossível. Que tal aprender a coordenar os produtinhos queridos que têm espaço em nosso banheiro, cômoda ou penteadeira? Pense nas fragrâncias de seus perfumes: quais deles são mais suaves, quais apresentam toques florais? Em seguida, combine-os com batons, sombras, lápis e outros itens de beauté que sugerem frescor, podem ser usados sem medo de errar e criam aquele efeito de make bem natural.
Se a proposta é arrasar em um ambiente mais formal, opte por fragrâncias discretas e maquiagens clássicas, como batom e sombras em tons de nude. Organize a maquiagem, os perfumes e os complementos seguindo essa linha.

fragrância x make 6
Caso a ocasião seja mais descontraída, não tenha medo de arriscar! As notas florais dos seus perfumes (ou notas mais exóticas, se você gosta de ousar) farão um casamento perfeito com gloss pink, balm laranja e sombras coloridíssimas.
Prepare-se, pois quando você se maquia assim, de um jeito harmônico, tudo flui a seu favor e o resultado é lindo!

Mais feliz e menos estressada. Só depende de você

Todas sabemos da correria nossa do dia a dia, e da frase “não é fácil ser mãe nos dias de hoje”. Não faltam situações colocando à prova a nossa paciência o tempo inteiro. E não faltam notícias tristes que parecem só contribuir para a sensação do “não tá fácil pra ninguém”.  É fácil, fácil ser uma mãe estressada, à beira de um ataque de nervos nos dias de hoje. Mas a gente não quer ser assim. Não quer ser a surtada do momento. Esse papel não cai bem. Será que existe uma maneira de lidar com os problemas de um jeito menos tenso? A boa notícia é que dá. Mudando o foco.
Vou contar uma história para que você entre na minha linha de raciocínio. Antes de uma prova surpresa, um professor pediu a seus alunos que pegassem o papel que estava à frente deles, o virassem, e escrevessem sobre o que estavam vendo ali. O que havia desenhado no papel era um pontinho preto, bem no centro da folha em branco. Todos acharam a prova muito fácil. Todos escreveram sobre o pontinho. Eles estavam certos. Mas aquela não era a única resposta correta. Os alunos se esqueceram de que estavam vendo também, além do pontinho, todo o papel em branco.
É isso o que muitas pessoas fazem. Colocam toda atenção e energia no problema, na dificuldade. Como se não houvesse mais nada de bom além daquela questão. Muitos de nós têm uma tendência a valorizar o que dá errado e ignorar o que acontece de bom. Ficam apenas em um pontinho, nos esquecendo de todo o branco cheio de possibilidades. Muitos fazem isso com a vida, veem apenas uma pequena porção.
Não se trata aqui de fazer o papel da Poliana e fingir que está tudo bem. Se trata na verdade de olhar as coisas sob outra perspectiva. Você vê sim o problema, mas vê também o que de bom acontece na sua vida. Quando faz isso, se torna mais capaz de resolver e enfrentar o que aparecer.
Sendo mãe, como isso pode ser feito? Existem coisas que parecem não ser tão fáceis quando se tem os filhos, como não ter mais uma refeição tranquila, o sono que nunca mais será o mesmo, poder ter um tempo só para você como fazia antes, e talvez até sentir culpa por sair para trabalhar e não ficar com os filhos.
Que tal mudar o foco?
Para começar esse exercício, você pode refletir: O que ter filhos trouxe de bom na sua vida? Tenho certeza de que você tem uma lista de benefícios para citar.
Vamos pensar juntas em algumas? Com filhos, aprendemos a improvisar, vemos que podemos aprender com eles e não só ensinar, percebemos que não controlamos tudo e que isso também é bom, desenvolvemos um talento de encarar as coisas com mais calma e a ter flexibilidade. Pense em você antes de ter filhos, naquele momento em que ficou em dúvida se daria conta. Olhe pra você hoje: você adaptou toda a sua vida e dá conta. Consegue fazer isso!
Um jeito de começar essa reflexão e ir ampliando o foco da sua vida é, no final do dia, mesmo que tenha sido um dia terrível, se desafiar a escrever num caderno ao menos 5 coisas que aconteceram de bom. “Como assim? Cinco? Acho que não posso escrever tanto!”. Pode sim. Quer ver? Lembre-se daquele sorvete que você tomou e que lhe caiu muito bem. E o almoço com seu prato predileto? E o olhar de seu filho junto com um sorriso? Um telefonema de alguém que você não vê há muito tempo? Uma gracinha que seu filho fez? Viu? Sentiu uma alegria aí dentro? Isso é mudar o foco. Tenho certeza de que, ao se deparar com a lista, você vai se sentir mais feliz, mais forte, mais leve. Com isso, será mais capaz de funcionar sob pressão, com otimismo, administrando as emoções.
Se mudamos nossa forma de ver a vida, aprendemos a enxergar mais. Teremos uma consciência ampla e conquistamos muito mais. Comece mudando o foco em pequenas coisas. E ensine seus filhos a fazerem isso também! Eu faço com o meu. No final do dia, peço que me diga o que gostou em seu dia, ou que me conte uma coisa a qual se lembrou, algo engraçado que alguém fez na escola… Ou conversamos sobre uma viagem que fizemos. Com isso, eu o ensino – e também aprendo – a valorizar o lado positivo do seu dia e a olhar o todo. Nos divertimos juntos e colocamos foco nas coisas positivas, que tiram o peso da negativas. Equilibram a vida. E nos deixam mais plenos e mais inteiros.

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