Tecnologia do Blogger.

sábado, 22 de outubro de 2016

Emagreça 10 kilos com a dieta Ravenna!


dieta do método Ravenna, criada há mais de duas décadas pelo médico argentino Máximo Ravenna, é bastante diferente das dietas da moda, pois ela foge da ideia de comer de três em três horas e prega a teoria de 4 refeições diárias.


Com um cardápio com poucas calorias, evitando carboidratos refinados e dando maior espaço à verduras e frutas, este é um método que emagrece mesmo.
O grande diferencial está na forma de se alimentar para que a pessoa sinta mais saciedade e diminua a compulsão por comer. O truque é alimentar-se com algum caldo ou sopa quente antes das refeições para que a pessoa sinta o conforto da alimentação e diminua a ansiedade em comer.







Segunda-

Um dos segredos da dieta do método Ravenna é alimentar-se de um caldo ou sopa antes das refeições.

Café da Manhã

  • 1 xícara de chá verde quente com adoçante
  • 1 fatia de pão integral
  • 1 fatia de queijo minas light
  • ½ mamão papaia

Almoço

  • 1 prato pequeno de sopa de legumes
  • 1 prato de salada verde com agrião e cenoura ralada
  • 2 colheres (de sopa) de arroz integral
  • 1 filé de peixe grelhado

Lanche da Tarde

  • 1 pera

Jantar

Terça-Feira

Café da Manhã

  • 1 xícara de chá de hibisco quente
  • 1 fatia de pão integral com requeijão cremoso light
  • 1 fatia de melão

Almoço

Lanche da Tarde

  • 1 copo de leite desnatado

Jantar

  • 1 prato (pequeno) de sopa de legumes
  • 1 prato (pequeno) de salada de alface
  • 1 tapioca com ricota e rúcula e peito de peru

Quarta-Feira

Café da Manhã

  • 1 xícara de leite quente
  • 1 fatia de pão integral
  • 1 queijo Polenguinho

Almoço

  • 1 prato de sopa de legumes
  • 1 prato de salada verde
  • 2 colheres de arroz integral
  • 1 posta de peixe grelhado

Lanche da Tarde

  • 1 maçã

Jantar

  • 1 prato de sopa de tomate
  • 1 prato de salada verde com palmito e milho
  • 1 omelete

Quinta-Feira

Café da Manhã

  • 1 xícara de chá verde quente
  • 1 fatia de pão integral com requeijão light e uma fatia de peito de peru
  • ½ mamão papaia

Almoço

  • 1 prato de sopa de palmito
  • 1 prato de salada caesar
  • 2 ovos cozidos
  • 3 colheres (de sopa) de arroz integral
  • 1 colher de feijão

Lanche da Tarde

  • 1 copo de leite desnatado

Jantar

  • 1 prato de sopa de legumes
  • 1 prato de salada de pepinos
  • 3 colheres de suflê de queijo

Sexta-Feira

Café da Manhã

  • 1 xícara de leite quente
  • 2 torradas integrais com requeijão cremoso light

Almoço

  • 1 prato de sopa de tomate
  • 1 prato de salada verde com rabanete
  • 1 porção de lasanha de berinjela light
  • 1 filé de frango grelhado

Lanche da Tarde

  • 1 goiaba

Jantar

Sábado

Café da Manhã

  • 1 xícara de chá verde quente
  • 1 tigela de salada de frutas
  • 1 pote de iogurte desnatado

Almoço

  • 1 prato de sopa de repolho
  • 1 prato de salada de rúcula
  • batata recheada com frango

Lanche da Tarde

  • 1 copo de leite desnatado

Jantar

  • 1 prato de sopa de palmito
  • 1 prato de salada de alface
  • tapioca de ricota com frango desfiado

Domingo

Café da Manhã

  • 1 xícara de café
  • 1 fatia de queijo minas
  • 1 fatia de pão integral
  • 1 banana

Almoço

  • 1 prato de sopa de legumes
  • 1 prato de salada verde
  • 1 prato de macarrão integral com molho branco
  • 1 filé de frango grelhado

Lanche da Tarde

  • 1 cacho de uva pequeno

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

A verdade sobre infertilidade


Perguntas frequentes



1. O que é infertilidade?


R: Define-se infertilidade conjugal como a ausência de gravidez após 12 meses de relações sexuais regulares sem uso de método anticoncepcional. É importante ressaltar que a infertilidade não é igual a impossibilidade, mas a dificuldade para engravidar, que pode ser de diversos graus.
2. Quantas mulheres sofrem com o problema atualmente?


R: A infertilidade não é um problema raro. Muito pelo contrário, atinge cerca de que 15% dos casais.
3. A infertilidade é um problema exclusivamente feminino?


Não, é um problema do casal. Os dados são claros: em 30% dos casais, o problema é encontrado no homem e, em 20%, o problema está tanto no homem quanto na mulher. Assim, podemos dizer que em 50% dos casais inférteis, o homem está envolvido na causa da infertilidade

4. O que causa a infertilidade na mulher?


R: As principais causas de infertilidade feminina são disfunções na ovulação (fator ovulatório) alterações nas tubas (fator tubário) e no útero (fator uterino). Outra causa importante de infertilidade é a endometriose, doença cada vez mais freqüente em nosso meio.



5. Há fatores que aumentam os riscos de infertilidade feminina?


R: Sem dúvida. O fato de deixar para engravidar mais tarde, a obesidade ou o baixo peso, a exposição a doenças sexualmente transmissíveis e o tabagismo são exemplos claros de situações que aumentam o risco de infertilidade e que devem ser evitados.


Outra situação que vemos na prática clínica é quando a mulher é submeti

quimioterapia ou radioterapia no tratamento do câncer. Neste caso, dependendo do esquema utilizado, há perda dos óvulos e alto risco de infertilidade.
6. Como a idade interfere na fertilidade da mulher?

R: A idade é a variável isolada mais importante na fertilidade da mulher. O grande problema é que os óvulos, ao contrário dos espermatozóides, não se multiplicam. A reserva de óvulos da mulher se estabelece antes dela nascer, enquanto está na barriga de sua mãe, e só reduz desde então! O problema é que, além da perda na quantidade, há também perda na qualidade dos óvulos, o que leva a uma menor chance de engravidar e a uma maior chance de abortamento. Sabemos que, de maneira geral, há uma maior chance de gravidez antes dos 35 anos e que esta chance se reduz com a idade, com queda importante após os 37 anos. No entanto, isto pode variar bastante de mulher para mulher.
7. A ansiedade de engravidar pode atrapalhar este processo? De que forma?


R: A ansiedade pode atrapalhar, principalmente por trazer sofrimento ao casal. No entanto, não pode ser supervalorizada: grande parte das mulheres que querem engravidar apresentam algum grau de ansiedade e apenas uma pequena parte terá problemas.

1. O que é infertilidade?

R: Define-se infertilidade conjugal como a ausência de gravidez após 12 meses

de relações sexuais regulares sem uso de método anticoncepcional. É importante




ressaltar que a infertilidade não é igual a impossibilidade, mas a dificuldade para engravidar, que pode ser de diversos graus.



2. Quantas mulheres sofrem com o problema atualmente?


R: A infertilidade não é um problema raro. Muito pelo contrário, atinge cerca de 


que 15% dos casais.
3. A infertilidade é um problema exclusivamente feminino?

Não, é um problema do casal. Os dados são claros: em 30% dos casais, o problema é encontrado no homem e, em 20%, o problema está tanto no homem quanto na mulher. Assim, podemos dizer que em 50% dos casais inférteis, o homem está envolvido na causa da infertilidade.

4. O que causa a infertilidade na mulher.






R: As principais causas de infertilidade feminina são disfunções na ovulação (fator ovulatório), alterações nas tubas (fator tubário) e no útero (fator uterino). Outra causa importante de infertilidade é a endometriose, doença cada vez mais freqüente em nosso meio.



5. Há fatores que aumentam os riscos de infertilidade 
feminina?


R: Sem dúvida. O fato de deixar para engravidar mais tarde, a obesidade ou o baixo peso, a exposição a doenças sexualmente transmissíveis e o tabagismo são exemplos claros de situações que aumentam o risco de infertilidade e que devem ser evitados.


Outra situação que vemos na prática clínica é quando a mulher é submetida a quimioterapia ou radioterapia no tratamento do câncer. Neste caso, dependendo do esquema utilizado, há perda dos óvulos e alto risco de infertilidade.




SAIBA MAIS 




6. Como a idade interfere na fertilidade da mulher?


R: A idade é a variável isolada mais importante na fertilidade da mulher. O 

grande problema é que os óvulos, ao contrário dos espermatozóides, não se multiplicam. A reserva de óvulos da mulher se estabelece antes dela nascer, enquanto está na barriga de sua mãe, e só reduz desde então! O problema é que, além da perda na quantidade, há também perda na qualidade dos óvulos, o que leva a uma menor chance de engravidar e a uma maior chance de abortamento. Sabemos que, de maneira geral, há uma maior chance de gravidez antes dos 35 anos e que esta chance se reduz com a idade, com queda importante após os 37 anos. No entanto, isto pode variar bastante de mulher para mulher.




7. A ansiedade de engravidar pode atrapalhar este processo? 
De que forma?


R: A ansiedade pode atrapalhar, principalmente por trazer sofrimento ao casal. No entanto, não pode ser supervalorizada: grande parte das mulheres que querem engravidar apresentam algum grau de ansiedade e apenas uma pequena parte terá problemas.





Controle a ansiedade - SAIBA






Após 1 ano sem conseguir engravidar, o casal deve procurar assistência médica para uma avaliação adequada. Este período deve ser menor, de 6 meses, quando a mulher tem 35 anos ou mais. Outros exemplos são naqueles casais onde há uma suspeita de alteração inicial, como presença de menstruações irregulares, Síndrome dos Ovários Policísticos, endometriose, infecção pélvica prévia, gestação ectópica anterior, laqueadura tubárea ou vasectomia.
9. Que tipo de procedimentos os médicos usam para diagnosticar a infertilidade na mulher?


R: Os procedimentos que fazemos para encontrar uma causa específica de infertilidade incluem a avaliação da ovulação (história menstrual e dosagens de hormônios), o estudo das tubas (histerossalpingografia) e avaliação do útero (ultrassonografia transvaginal). A endometriose é diagnosticada através de exame de sangue (CA-125) e de exames de imagem (ultrassonografia transvaginal especializada e ressonância magnética).
10. Problemas de fertilidade são hereditários entre as mulheres?


R: A grande maioria dos problemas não são hereditários, mas existem exceções.


Em relação a mulher, existem famílias com Síndrome dos Ovários Policísticos, miomas, endometriose e perda precoce dos óvulos (falência ovariana prematura).


Já os homens podem ter alterações genéticas que levam a redução da qualidade do sêmen. Outra situação rara, mas importante, é quando há ausência dos ductos deferentes bilaterais (ductos que transportam os espermatozóides do testículo para o ducto ejaculatório). Este problema está relacionado a mutação do gene da fibrose cística, doença grave que deve ser avaliada.
11. Quais são os principais meios, usados atualmente, para tratar a infertilidade na mulher?


R: Atualmente, existem diversos tratamentos para infertilidade. Podem ser divididos em procedimentos cirúrgicos ou tratamentos de reprodução humana (relação sexual programada, inseminação intra-uterina e FIV).
12. É possível tratar a infertilidade com o uso de medicamentos? Quais são os principais?


R: Sim. Em mulheres que tem Síndrome dos Ovários Policísticos (disfunção na ovulação), a indução da ovulação é feita com medicações. Neste caso, a primeira escolha é o citrato de clomifeno, medicação de uso oral, prática e com custo baixo.
13. O que são técnicas de reprodução humana?


R: As técnicas de reprodução humana incluem: a relação sexual programada (coito programado), a inseminação intra-uterina e a FIV. Este tratamentos estão dispostos em graus de complexidade (menos complexos para mais complexos) e indicados para diferentes problemas do casal.
14. Quais são os riscos de cada uma delas?


R: O principal risco relacionado a todas as técnicas de reprodução humana é a gestação múltipla. Como todos estes tratamentos envolvem a indução da ovulação, aumentamos a chance de múltiplos óvulos e, conseqüentemente, múltiplos embriões. Assim, o médico deve ter cautela quando realizá-los. Outro problema importante é a Síndrome de Hiperestimulação Ovariana, quando há uma resposta exagerada às medicações usadas na indução da ovulação.
15. A geração de bebês múltiplos ainda é um fator comum para este tipo de gestação?


R: Sim. Os tratamentos de reprodução humana aumentam a chance de gestações múltiplas (gemelares, trigemelares, etc.), por induzirem a produção de um número maior de óvulos e embriões. No entanto, muito se tem feito para amenizar este risco. Além disso, é sempre bom ressaltar que a chance de gestação múltipla é menor do que a chance de gestação única.
16. Bebês gerados a partir de técnicas de reprodução assistida tendem a nascer prematuros?


R: A prematuridade está relacionada a gestações múltiplas (gemelares, trigemelares, etc.). Assim, uma gravidez única após fertilização in vitro não tem risco aumentado de prematuridade. Mas uma gestação múltipla, tanto pós-fertilização quanto espontânea, tem risco aumentado.
17. As técnicas de reprodução assistida são eficientes? Que fatores prejudicam o sucesso deste tipo de tratamento?


R: Houve uma grande melhora dos resultados das técnicas de reprodução humana. A FIV, por exemplo, apresenta uma chance de sucesso de 40%, em média. Apesar de não parecer excelente, ela representa o dobro da chance de um casal sem problemas engravidar. No entanto, muito precisa ser feito para conseguirmos resultados ainda melhores.


Os dois principais fatores que prejudicam o sucesso do tratamento andam lado a lado: a idade da mulher e a quantidade e qualidade dos óvulos. Mulheres com mais de 40 anos de idade, por exemplo, apresentam uma chance consideravelmente menor do que as com menos de 40. Outros fatores importantes são: baixa quantidade e qualidade dos espermatozóides, presença de endometriose grave e associação de múltiplas causas de infertilidade.
18. O que causa a infertilidade no homem?


R: As principais causas que encontramos no homem são: varicocele, processos infecciosos, exposição a toxinas, fatores genéticos, alterações hormonais e obstrução dos ductos de transporte. No entanto, boa parte dos homens com alteração no sêmen não tem qualquer motivo identificável que a explique.
19. Existe alguma relação ente fertilidade e potência sexual?


R: Na imensa maioria dos homens, não. A produção dos espermatozóides (fertilidade) e da testosterona (potência sexual) é feita por células diferentes no testículo. Assim, o que ocorre com mais freqüência é a alteração no sêmen com nível de testosterona normal.
20. É possível ter boas relações sexuais e não engravidar uma mulher?


R: Com certeza. Engravidar é apenas uma parte do que se expressa na relação sexual. Além disso, existem diversos motivos que explicam a infertilidade, sendo que a imensa minoria destes envolvem a perda da potência sexual do homem ou da mulher.
21. Há fatores que aumentam os riscos de infertilidade masculina?


R: Sim, principalmente relacionados à exposição a substâncias tóxicas. Dentre os exemplos mais comuns temos os medicamentos usados em quimioterapia, a radiação ionizante, o calor ou os hormônios exógenos. Além disso, infecções que levam a inflamação dos testículos (orqui-epididimite) também podem estar envolvidos.
22. Como a idade interfere na fertilidade do homem?


R: A idade interfere na fertilidade do homem, mas de maneira muito menos importante do que na mulher. Há trabalhos que mostram uma redução na concentração e na motilidade dos espermatozóides, outros um aumento de problemas genéticos com a idade. No entanto, as evidências demonstram pouca ou nenhuma influência na capacidade de gerar uma gravidez.

SAIBA MAIS 
23. Que tipo de procedimentos os médicos usam para diagnosticar a infertilidade no homem?


R: O principal exame no homem é o espermograma. Deve ser feito após abstinência sexual de 2 a 5 dias e, idealmente, repetido com intervalo de 15 a 30 dias (dois espermogramas). Este exame avalia o volume do sêmen, o número, a concentração, a movimentação (motilidade) e a forma (morfologia) dos espermatozóides e a presença de inflamação. Apresenta boa correlação com gravidez e sempre deve ser realizado!

diagnóstico e exame

infertilidade tem cura

O primeiro conceito que devemos ter é que a fertilidade do ser humano é relativamente baixa. Um casal apresenta uma chance de engravidar de cerca de 20% ao mês. Assim, é comum haver algum tempo entre o início das tentativas de engravidar e a gestação, o que levanta a primeira questão: quando um casal deve pensar em infertilidade?
Getty Images
No processo de fecundação natural, há as seguintes etapas: ovulação, captação do óvulo pela tuba, fertilização deste pelo espermatozóide e, por fim, implantação do embrião formado no útero.
Define-se infertilidade conjugal como a ausência de gravidez após 12 meses de relações sexuais regulares sem uso de método anticoncepcional. Este limite de tempo é importante pois, após 1 ano sem conseguir engravidar, o casal deve procurar assistência médica para uma avaliação adequada. Obviamente, existem situações nas quais este tempo deve ser menor. Por exemplo, quando a mulher tem 35 anos ou mais deve procurar ajuda após 6 meses de tentativa. Outros exemplos são naqueles casais onde há uma suspeita de alteração inicial, como presença de menstruações irregulares, Síndrome dos Ovários Policísticos, endometriose, infecção pélvica prévia, gestação ectópica anterior, laqueadura tubárea ou vasectomia.
A infertilidade não é um problema raro e atinge cerca de que 15% dos casais.


Causas


A etapas do processo reprodutivo precisam estar em perfeito funcionamento para 
ocorrer a gravidez. As principais fases são a ovulação, a captação do óvulo pela tuba, a fertilização deste pelo espermatozóide e, por fim, a implantação do embrião formado no útero.
Portanto, as principais causas de infertilidade são:

Fatores femininos

  • Problemas na ovulação (fator ovulatório)
  • Alterações tubárias (fator tubário)
  • Alterações no útero (fator uterino)
  • Endometriose.

Fatores masculinos

  • Problemas na formação, no transporte ou na ejaculação dos espermatozóides.
Ressalta-se que 10% dos casais não apresentam uma causa clara para explicar a infertilidade, mesmo após investigação completa (infertilidade sem causa aparente). Por outro lado, cerca de 20% dos casais apresentará problemas tanto na mulher como no homem, o que explica a importância de sempre investigar ambos. A seguir, iremos detalhar cada um destes fatores.


Fatores femininos



A ovulação é o processo no qual o óvulo, armazenado dentro dos ovários, é liberado mensalmente. Mulheres que ovulam normalmente apresentam menstruações regulares, muitas vezes precedidas de sintomas pré-mentruais (conhecidos como tensão pré-menstrual ou TPM). Por outro lado, aquelas que não ovulam adequadamente, apresentam menstruações irregulares, associadas, em alguns casos, ao aumento de pelos e acne. Esta última situação é tipicamente encontrada em 
mulheres com a Síndrome dos Ovários Policísticos (falta de ovulação e ovários com múltiplos microcistos). Outras doenças também podem estar envolvidas, como tumores produtores de prolactina, hipotireoidismo, tumores produtores de androgênios e deficiências enzimáticas raras.


Fatores masculinos

A função do sistema reprodutor masculino é produzir e transportar os espermatozóides. Alterações deste sistema podem reduzir a quantidade, a movimentação, a forma e a capacidade de fertilização dos espermatozóides. As principais causas que encontramos para explicar estes problemas são: varicocele, processos infecciosos, exposição a toxinas, fatores genéticos, alterações hormonais e obstrução dos ductos de transporte. Além disso, boa parte dos homens com alteração no sêmen não tem qualquer motivo identificável que a explique.


A varicocele é a presença de varizes nas veias do escroto. Muitos homens têm algum grau de varicocele, mas quando este grau é importante (veias visíveis no exame clínico), resulta em aumento da temperatura e acúmulo de substâncias tóxicas nesta região, prejudicando a produção de espermatozóides. Outros sintomas são a sensação de peso e dor na região.
As infecções levam a um processo inflamatório, que pode prejudicar a produção de espermatozóides e/ou aumentar o estresse oxidativo a qual estão submetidos. Diversas toxinas podem levar ao comprometimento temporário ou definitivo da produção de espermatozóides. As principais são medicamentos usados em quimioterapia, radiação, calor ou hormônios exógenos. Alterações genéticas também 
pode explicar a insuficiência testicular, sendo necessário pesquisá-las quando há uma redução considerável no número de espermatozóides. Por fim, a principal causa de obstrução dos ductos transportadores é a vasectomia, ou ligadura os ductos deferentes para anticoncepção.















sábado, 31 de outubro de 2015

fique de olho nas matriculas !

Fim de ano chegando, !
pais, alunos e responsáveis já começam a preparar o bolso para o aumento das mensalidades escolares de 2012. Porém, mais que organizar desde já o orçamento e encaixar o novo valor da mensalidade da instituição de ensino, é preciso ficar atento ao percentual do aumento.
 
De acordo com a lei que regulamenta o reajuste da mensalidade escolar (Lei nº 9.870), não há um índice a ser seguido pelas escolas. Portanto, o aumento fica a critério de cada instituição de ensino. No entanto, o valor do reajuste deve estar de acordo com as despesas da escola e só poderá ser realizado uma vez no período de 12 meses.
 
A legislação também determina que qualquer aumento do valor da mensalidade deverá ser demostrado para o consumidor por meio de uma planilha de custos, mesmo que o reajuste seja resultado de modificações no processo didático-pedagógico. A planilha de custo ou a justificativa do aumento, juntamente com o valor da nova mensalidade, termos do contrato e número de alunos por sala/classe deverão ser afixados em local visível e de fácil acesso na escola, 45 dias antes do prazo final para a realização da matrícula.
 
Conteste o aumento
O fato de não existir um valor máximo para o reajuste da mensalidade não impede de contestar o aumento. Caso se depare com um aumento que considere abusivo, o consumidor pode solicitar à escola a justificativa de tal reajuste. Se não concorda com o argumento da instituição, o pai ou responsável por pagar a mensalidade pode entrar em contato com o Procon ou entrar com uma ação no JEC (Juizado Especial Cível). Para ações cujo valor não ultrapasse 20 salários mínimos, a contratação de advogado não é necessária.
 
Outra saída adotada por muitos consumidores é reunir um grupo de pais para contestar o aumento na Justiça. O Idec aconselha primeiramente tentar conversar com a escola para pleitear uma resolução amigável e entrar na Justiça somente se o acordo não for possível.
 
Há ainda a alternativa de solicitar descontos na escola. Quem paga em dia ou possui mais de um filho matriculado na mesma instituição normalmente tem mais argumentos na hora de negociar com a escola.

domingo, 11 de janeiro de 2015

Mioma X anticoncepcional

saber

O mioma é um problema tipicamente feminino e já conhecido de muitas mulheres. Esse tumor benigno, que se desenvolve no útero, atinge cerca de 50% das mulheres em idade entre 30 e 50 anos. Mas calma, apesar da grande incidência da doença, a sua presença nem sempre é preocupante.
Miomas: tudo o que você precisa saberAinda não se sabe ao certo o que provoca o aparecimento de um ou múltiplos nódulos, que podem ser de tamanho e localização variáveis. O surgimento pode ocorrer após a menarca – primeira menstruação – e se prolongar até a menopausa. É mais comum em mulheres negras, pacientes que apresentam história da doença na família (mãe ou irmã) ou ganho de peso, isso porque com o sobrepeso pode ocorrer disfunção hormonal devido ao maior número de células de gordura. Outros fatores relacionados ao estilo de vida ainda estão em estudo.
Em algumas pacientes, os sintomas mais comuns são: sangramento excessivo durante a menstruação ou em períodos irregulares e dor na pelve e no abdome. Em outros casos, não há nenhum incômodo. “O tumor benigno não vai se transformar em câncer. O problema do mioma é quando apresenta sintomas, pois há queda na qualidade de vida. A mulher passa a ter dor constante e a sangrar muito, o que pode levar à anemia e, em casos extremos, à necessidade de transfusão sanguínea. A doença ainda pode causar desconforto na relação sexual, funcionamento irregular do intestino, incontinência urinária e, em alguns casos, prejuízo da fertilidade”, explica o dr. Mariano Tamura, ginecologista e obstetra do Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE) e do setor de mioma uterino da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Diagnóstico e tratamento

Existem quatro tipos de miomas, nomeados de acordo com sua localização.
  • Submucosos: que aparecem no interior do útero, podem acarretar sangramento abundante e anemia.
  • Intramural: aquele que se desenvolve no meio da parede uterina, provocando cólicas.
  • Subserosos: que surgem na parte externa do útero, cujo principal sintoma é percebido quando passam a comprimir outros órgãos, como o intestino.
  • Pediculados: que podem ser confundidos com tumores ovarianos; são ligados ao útero apenas por um tecido chamado pedículo.
O diagnóstico dos tumores é realizado em consulta ao ginecologista, considerando-se as possíveis queixas e o exame físico, que avalia se o útero tem o tamanho aumentado. Para confirmar a suspeita, o médico solicita uma ultrassonografia ou outros exames de imagem. Caso seja constatado o problema, deve-se levar em consideração o estilo de vida e os desejos de cada paciente. “Temos que considerar quais são os sintomas, a idade, os planos de ter filhos, o desejo de preservar o útero e se a paciente aceita ou não passar por uma cirurgia”, esclarece o dr. Tamura.
Há inúmeros caminhos para o tratamento:
  • Histerectomia: cirurgia utilizada para retirar o útero. O benefício é definitivo; entretantomulheres que ainda querem gerar filhos ou desejam manter o útero.
  • Miomectomia: cirurgia de retirada do mioma, preservando o útero. A anatomia do órgão é restabelecida e os sintomas diminuem. Indicada para mulheres que desejam preservar a fertilidade ou para aquelas que têm infertilidade causada pelo mioma – o que não é frequente – com melhora das chances de engravidar.
  • Embolização: procedimento realizado por meio de um cateter introduzido na artéria femoral e direcionado às artérias uterinas, responsáveis por nutrir o mioma. Injeta-se uma substância para bloquear a alimentação do tumor. Há melhora das queixas e diminuição dos miomas, porém ainda não é considerado totalmente seguro para mulheres que desejam manter ou melhorar a capacidade de ter filhos.
  • Ultrassom focalizado e guiado por ressonância magnética: é a mais nova arma utilizada contra os miomas. A paciente deita-se na mesa de ressonância e, quando o médico aplica o ultrassom, as ondas são direcionadas para uma região específica do tumor, em que a temperatura aumenta até 90ºC, destruindo o tecido. Estudos estão sendo realizados para avaliar para quais casos esse método é eficaz.
  • Medicamentos: também podem ser a opção e seu uso é aconselhado para diminuir os sintomas, ou seja, não acabará com os tumores, apenas diminuirá o mal estar. Podem ser à base de hormônios, como os anticoncepcionais orais, anti-inflamatórios ou antifibrinolíticos, 

proteja as crianças do Sol.


Sol e céu azul são sempre um convite para sair de casa com as crianças, não? Mas, em dias muito quentes, isso nem sempre é uma boa ideia. O calor intenso pode provocar mal-estar e insolação. Por isso, o ideal é evitar os passeios e atividades físicas nos horários de sol forte - das 10h às 16h - e abusar do protetor solar, com fator de proteção 30 nos bebês com mais de seis meses. Lembre-se também de repassar o produto a cada mergulho no mar ou na piscina. E não se esqueça do boné ou de um chapéu. Óculos de sol de boa qualidade também são bem-vindos!




O calor aumenta a temperatura corporal das crianças, fazendo-as suar e perder líquido. Por isso, em dias quentes, incentive ainda mais o consumo de água. O ideal é que, a partir dos 2 anos, seu filho beba 1 litro e meio por dia para não correr o risco de desidratar. A água do filtro está quente? Você pode fazer uma mistura com a gelada, para servi-la fresquinha. Sucos de frutas, como de melancia, e água de coco também podem entrar na conta.
Ar condicionado e ventilador

Ar condicionado e ventiladores são essenciais para refrescar os ambientes nos dias de calor, mas é preciso tomar alguns cuidados. O ventilador está liberado, desde que não fique em cima da criança e esteja em boas condições de uso. Vale direcioná-lo para o lado oposto do seu filho. Já o ar condicionado precisa estar com o filtro limpo e manter a temperatura em torno de 24 graus. Um ambiente muito frio deixa a mucosa da garganta mais sensível às bactérias, facilitando o aparecimento de infecções, como dor de garganta, por exemplo. Como ele resseca o ar, você pode colocar um balde de água (longe do alcance da criança) no quarto ou uma toalha molhada na cabeceira da cama.
Outra dica contra o tempo seco é colocar soluções fisiológicas no nariz da criança e fazer inalações somente com soro (mas converse antes com o pediatra do seu filho). Se a irritação for nos olhos, vale pingar algumas gotas de soro e fazer uma limpeza para umidificar o local.
Alimentos leves

O calor diminui o apetite. Por isso, o ideal é oferecer alimentos leves, com fácil digestão às crianças. Frutas ricas em líquidos, como melão e melancia, devem fazer parte do cardápio. Laranjas e outras que têm vitamina C são aliadas para reduzir as crises de rinite, mais frequentes com a baixa umidade. Já alimentos embutidos, industrializados e frituras devem ficar longe do cardápio. Além de não serem saudáveis, exigem um tempo maior de digestão e podem deixar as crianças desanimadas. Abuse dos legumes e verduras no preparo da comida das crianças. Se o bebê mama apenas no peito, convém oferecê-lo mais vezes.
Cabelos secos

Apesar de refrescar, nem pense em deixar seu filho dormir com os cabelos molhados. Os fios úmidos facilitam o surgimento de fungos e bactérias e provocam coceira. Quando a criança coça, sem querer, pode se machucar, provocando feridas e machucados. Use o secador em uma temperatura mais amena.
Pele fresquinha
Por causa das altas temperaturas, é normal que a criança sue mais e, por isso, apareçam assaduras ou brotoejas, principalmente nas dobrinhas do braço, perna e virilha. A brotoeja (bolinhas de água) surge quando o suor entope os poros da pele, por isso, é importante deixar a pele fresca e seca, com uma roupa adequada ao clima. Na hora do banho, nada de água quente demais.
Roupa ideal

Alergias também são comuns no calor, principalmente quando a roupa que a criança está usando favorece o aparecimento delas. Em dias quentes, prefira aquelas algodão e linho, em vez das fibras artificiais, que esquentam e incomodam muito mais.
Noite agradável

Deixar o seu filho dormir sem camiseta, apenas de fralda, cueca ou calcinha, não é aconselhável. Isso porque, durante a noite, a temperatura corporal diminui e sentimos mais frio. Você não precisa, claro, cobrir nem colocar meia, mas uma camiseta leve e fralda é essencial. Para ajudar, prefira os lençóis de algodão àqueles sintéticos, porque esquentam menos, e não deixe o quarto totalmente fechado. Uma brecha na janela já é o suficiente para fazer o ar circular.

Total de visualizações de página

Vida de Mãe! Copyright © 2011 - Todos os Direitos Reservados